Atualmente, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa por uma nova onda de fraudes. Pois, trabalhadores estão apresentando atestados médicos falsos para justificar suas ausências no trabalho e acessar benefícios. No entanto, essa prática, considerada um crime, leva a sérias consequências, tanto no campo trabalhista quanto na esfera penal.
De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no seu artigo 473, os trabalhadores podem justificar a ausência ao serviço, em caso de doença, sem prejuízo salarial. No entanto, para ter acesso a esse dinheiro, é necessário apresentar um atestado médico legítimo, emitido por um profissional habilitado.
Assim, sem esta justificativa adequada, os trabalhadores podem perder o direito ao descanso semanal remunerado e até serem demitidos por justa causa. Veja mais detalhes!
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INSS detecta atestados falsos
Portanto, recentemente, o INSS realizou uma análise detalhada dos documentos apresentados e notou irregularidades. Assim, em um dos casos, quatro atestados médicos com a mesma grafia, mas carimbos e localidades regionais distintas, levantaram suspeitas.
Além disso, o órgão tem acesso a tecnologia que permite verificar a veracidade do médico que assina o documento. Dessa forma, a manipulação dos atestados falsos foi detectada e todos os documentos e informações foram encaminhados para a Polícia Federal.

Consequências da fraude
Assim, é importante ressaltar que a apresentação de um atestado médico falsificado não apenas pode levar à demissão por justa causa, mas também tem implicações legais significativas. Pois, a falsificação de documentos é um crime grave de acordo com o Código Penal.
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Dessa forma, para os médicos que emitem atestados falsos, a violação também pode resultar em várias sanções, incluindo a perda de sua licença médica. Além disso, no caso da utilização de atestados fraudulentos para a obtenção do benefício por meio do Atestmed, além das implicações jurídicas e criminais, o beneficiário deverá restituir os valores recebidos indevidamente.
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