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INSS: saúde mental já corresponde a 38% dos afastamentos

Saúde mental representa 38% dos afastamentos pelo INSS nos últimos anos. Entenda as causas, impactos e medidas necessárias!

Recentemente, um estudo revelou que transtornos de saúde mental respondem por quase 40% dos afastamentos por doença registrados pelo INSS. Este índice, que mostra um aumento de 30% entre 2020 e 2022, destaca um desafio crescente para trabalhadores e gestores.

A pesquisa “Panorama da Saúde Mental nas Organizações Brasileiras”, que ouviu mais de 24 mil profissionais, realça a necessidade premente de as empresas apostarem em estratégias mais robustas para enfrentar essa questão. Porém, um dado preocupante é que apenas 4% das organizações possuem programas bem desenvolvidos de saúde mental. Continue a leitura para mais informações!

Número de afastamentos pelo INSS por problemas com saúde mental aumenta

Mulher sentada no chão recebe ajuda
Imagem: Africa Studio / Shutterstock.com

Os motivos para o crescimento de transtornos mentais no ambiente de trabalho são muitos, variando desde a pressão por desempenho até a dificuldade em balançar vida pessoal e profissional. Elementos como o estresse contínuo se juntaram a fatores extraordinários, como o isolamento e a incerteza gerados pela pandemia, exacerbando ainda mais esse quadro.

Sendo assim, é vital que as organizações não apenas reconheçam a importância de cuidar da saúde mental de seus funcionários, mas que também implementem ações eficazes para isso. Criar um ambiente de trabalho que promova o bem-estar e fornecer suporte psicológico são passos fundamentais nesse sentido.

Tatiana Pimenta, CEO da Vittude, enfatiza a necessidade de desenvolver uma estrutura capaz de apoiar os empregados nessa frente.

O que faz uma estratégia eficaz?

Desenvolver uma estratégia eficaz abrange mais do que simplesmente oferecer suporte psicológico. Incluir a saúde mental nos objetivos estratégicos da empresa e promover uma cultura que valorize o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal são componentes críticos.

Além disso, é fundamental que haja uma consciência coletiva e um esforço para deixar de estigmatizar os transtornos mentais no contexto laboral.

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Encarar esses desafios com seriedade pode resultar não apenas na redução de licenças médicas, mas também em aumento de produtividade e, principalmente, na melhoria da qualidade de vida dos empregados. Portanto, o investimento em saúde mental é também um investimento no futuro das empresas e de seus trabalhadores.

Imagem: Africa Studio/ Shutterstock.com