O dólar encerrou a sexta-feira (14) em queda de 0,79%, e foi cotado a R$ 4,2997 na venda, acumulando queda de 0,47% na semana, depois de ter batido quatro recordes seguidos. Trata-se do maior recuo percentual diário desde 3 de fevereiro, quando a moeda caiu 0,86%. Na quinta-feira (13), a moeda atingiu a maior cotação intradia (R$ 4,3830), apesar de ter fechado em queda.

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Com nova intervenção do Banco Central, dólar cai pelo 2º dia

O Banco Central do Brasil fez um leilão de até R$ 20 mil contratos de swap cambial tradicional, no equivalente a US$ 1 bilhão, em oferta líquida dos ativos. Ao realizar essa operação, o Banco Central consegue reduzir a pressão sobre a alta da moeda, evitando que o câmbio dispare a cotação.

Os swaps são contratos para troca de riscos. Ou seja, o BC oferece um contrato de venda de dólares, com data de encerramento definida. Todavia, não entrega efetivamente a moeda norte-americana. No vencimento destes contratos, o investidor se compromete a pagar uma taxa de juros sobre o valor deles, e em contrapartida, recebe do BC a variação do dólar no mesmo período.

Esses contratos servem também para dar “proteção” aos agentes que têm dívida em moeda estrangeira. Contudo, quando o dólar sobe, eles recebem sua variação do BC.

Por volta das 18h00, o Ibovespa também registrava uma queda expressiva de 1,10%, ficando em 114.371,99 pontos.

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Imagem: welcomia via shutterstock