Em 14 de março 2018, a vereadora do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), Marielle Franco, foi brutalmente assassinada na cidade do Rio de Janeiro.
Investigação sobre morte de Marielle pode ser passada para Polícia Federal
Quatro anos se passaram e a investigação sobre morte de Marielle não foi concluída. Dino avalia passar o caso para PF. Entenda o caso!
Mesmo após tantos anos, a investigação sobre sua morte não teve resultados conclusivos e, por isso, o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), pretende passar o caso para a Polícia Federal.
Atualmente, a investigação é de responsabilidade da Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Justiça Estadual.
Quem matou Marielle?
Nesta segunda-feira (2), o Dino fez seu discurso de posse e comentou sobre as prioridades de sua pasta. Dentre elas, está a investigação sobre a morte de Marielle Franco, cujo assassinato brutal chocou o Brasil e o mundo.
“Nós saberemos quem matou e quem mandou matar Marielle Franco”, declarou Dino, em meio a muitos aplausos dos ouvintes.
Para realizar a mudança, no entanto, ele conversará com as autoridades e verificará como proceder para que a Justiça Federal e a Polícia Federal assumam o caso. “Eu tratarei do assunto com [o governador do Rio] Cláudio Castro”, explicita o ministro.
Na época do assassinato, dois nomes vieram a público: o policial militar Ronnie Lessa e o ex-policial militar Élcio Queiroz. Os criminosos se encontram presos, mas ninguém desvendou os mandates da ação. Neste contexto, é importante frisar o importante trabalho da vereadora no combate às milícias.
O espírito da vereadora ainda está presente
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A irmã de Marielle, Anielle Franco, é a nova ministra da Igualdade Racial do Governo Lula. Nascida no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, toda a sua trajetória envolve processos e campanhas voltados para os direitos das mulheres e o combate ao racismo e à desigualdade social.
Ela se graduou em Inglês e Jornalismo pela North Carolina Central University (EUA) e em Letras – Inglês pela UERJ. Ainda, possui 2 mestrados, sendo um em Jornalismo pela Florida A&M University e o outro em Relações Étnico-Raciais pelo CEFET/RJ. Em março de 2022 começou seus estudos de doutorado em Linguística Aplicada na UFRJ.
Imagem: Elizabeth Paik / shutterstuck
