Desde setembro do ano passado sujeitos que residem no Irã estão arriscando suas vidas em protestos contra o governo.
Irã executa atleta e treinador após realizarem protestos: entenda!
Desde setembro de 2022, o Irã passa por sua maior onda de protestos. Na última semana, o regime fez mais duas vítimas. Saiba mais!
Os protestos começaram quando Maha Amini foi presa e morta por não usar o véu da maneira que o regime iraniano considera adequada. Houve uma comoção mundial diante desse trágico acontecimento.
De lá pra cá, muitos iranianos foram penalizados e executados nos protestos. Mohammad Mehdi Karami e Seyed Mohammad Hosseini foram as outras duas vítimas da lei do Irã.
Estes atletas foram torturados até a morte por não concordarem com as medidas governamentais iranianas e manifestarem isso.
Regime do Irã segue causando indignação no mundo
As últimas vítimas de que se tem notícia são os atletas Mohammad Mehdi Karami e Seyed Mohammad Hossein. Karami foi assassinado aos 21 anos, desde os 11 anos ele praticava karatê, integrava a seleção iraniana de karatê e tinha uma figura representativa no esporte do Irã.
Hossein era treinador voluntário de crianças que estavam iniciando o karatê. Ambos foram enforcados no dia 7 de janeiro sob a acusação de terem assassinado Seyed Ruhollah Ajamian, um membro da força paramilitar Basij iraniana.
O escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou que o julgamento foi injusto e que essas vítimas foram obrigadas a se confessar.
A Anistia Internacional e outros órgãos importantes também enxergam que houve tortura seguida de morte injusta, dessa forma, repudiam o regime adotado pelo país.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Até o momento, cerca de 2 mil protestantes foram acusados depois de lutarem contra a república islâmica, que está em vigor desde 1979. Os números oficiais indicam que, até o momento, 4 protestantes perderam a vida.
Contudo, a ONG iraniana Iran Human Rights Watch, responsável por monitorar as manifestações, indicou que após dois meses da maior onda de protestos do país, o governo já havia feito 380 vítimas. Dessas, 42 seriam crianças.
Imagem: Travers Lewis | shutterstock
