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Itaú anuncia novidade para quem gosta de investir em criptomoedas

Itaú amplia portfólio no SuperApp e íon com Aave, Chainlink, Polygon e Litecoin, oferecendo 10 criptomoedas para investidores a partir de agosto de 2025.

Melissa BarbosaPor Melissa Barbosa6 min de leitura
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O Itaú Unibanco (B3: ITUB3) anunciou nesta terça-feira (12) a ampliação significativa do seu portfólio de criptomoedas disponíveis para investimento nas plataformas SuperApp e íon. A partir do dia 18 de agosto de 2025, os investidores terão acesso a quatro novos ativos digitais: Aave (AAVE), Chainlink (LINK), Polygon (MATIC) e Litecoin (LTC).

Com essa expansão, o Itaú passa a disponibilizar um total de dez criptomoedas em seus canais digitais, consolidando sua presença no segmento de ativos digitais e reforçando o compromisso em oferecer soluções inovadoras para seus clientes.

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Histórico da oferta de criptomoedas do Itaú

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Imagem: Freepik

A introdução inicial: Bitcoin e Ethereum

O movimento de entrada do Itaú no mercado de criptomoedas teve início em 2023, quando o banco listou pela primeira vez dois dos principais criptoativos do mundo: o Bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH). Essa iniciativa marcou o começo da trajetória do banco na oferta de ativos digitais para seus clientes de varejo e investidores institucionais.

Expansão com altcoins em 2025

Em abril deste ano, o portfólio foi expandido para incluir três altcoins bastante populares: XRP (XRP), Solana (SOL) e a stablecoin USDC (USDC), esta última sendo a única moeda estável listada na plataforma. A presença da USDC garante aos investidores a opção de investir em uma criptomoeda com menor volatilidade, importante para quem busca segurança em um mercado tradicionalmente instável.

Novos ativos adicionados: Aave, Chainlink, Polygon e Litecoin

O que são esses ativos?

  • Aave (AAVE): Plataforma de finanças descentralizadas (DeFi) que permite empréstimos e empréstimos de criptomoedas, com foco em inovação e segurança.
  • Chainlink (LINK): Rede descentralizada de oráculos que conecta contratos inteligentes com dados do mundo real, essencial para ampliar a utilidade dos smart contracts.
  • Polygon (MATIC): Solução de escalabilidade para a blockchain Ethereum que facilita transações mais rápidas e baratas.
  • Litecoin (LTC): Criptomoeda criada como alternativa mais rápida ao Bitcoin, com ampla aceitação e histórico consolidado.

Benefícios para o investidor

A inclusão dessas moedas no SuperApp e na plataforma íon amplia as possibilidades de diversificação para os investidores, que agora podem compor portfólios mais robustos e alinhados às tendências do mercado de criptoativos.

Como funcionam as negociações no Itaú

Jornada intuitiva e condições claras

Segundo comunicado do Itaú enviado à reportagem do Livecoins, as negociações dos novos ativos seguem o mesmo formato já conhecido pelos clientes: uma jornada de compra e venda intuitiva, com as mesmas condições de negociação anteriores.

Investimento mínimo acessível e sem tarifas ocultas

O banco destaca que o investimento mínimo é de apenas R$ 10,00, tornando o mercado de criptomoedas acessível a uma parcela maior da população. Além disso, não há cobranças mensais ou tarifas futuras na venda dos ativos. A única taxa cobrada é uma tarifa única de 2,5% sobre o valor da compra, sem custo adicional na custódia do ativo dentro da plataforma.

Limitações no sistema do Itaú para criptomoedas

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Imagem: Diego Thomazini/Shutterstock

Sem opção de saque ou transferência para carteiras externas

Apesar de oferecer compra e venda 24 horas por dia, sete dias por semana, o banco não permite que os clientes realizem saques ou depósitos de criptomoedas em suas contas. Ou seja, não é possível transferir os criptoativos para carteiras externas, o que limita o controle do investidor sobre os ativos adquiridos.

O bitcoin e o desafio da custódia

O Bitcoin, por exemplo, foi criado para funcionar de forma descentralizada, sem depender de bancos ou instituições financeiras. A restrição do Itaú em não permitir transferências para fora da plataforma vai contra a premissa da autocustódia, embora torne o investimento mais simples e seguro para quem deseja uma experiência menos técnica.

O Itaú e a nova economia tokenizada

Posicionamento do banco

O Itaú considera a ampliação do portfólio como um movimento estratégico para acompanhar a evolução da economia digital, que tem ganhado cada vez mais espaço no cenário financeiro global. “Este é mais um movimento do Itaú Unibanco pautado nas necessidades dos clientes frente à nova economia tokenizada“, destacou o banco.

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O futuro dos ativos digitais no banco

Com o crescimento da adoção das criptomoedas no Brasil e no mundo, é provável que o Itaú continue ampliando seu portfólio e eventualmente ofereça novas funcionalidades, como saques e transferências para carteiras externas, acompanhando a demanda dos investidores.

Grandes bancos brasileiros e o mercado de criptomoedas

Tendência de listagem de criptoativos

O Itaú não está sozinho nesta jornada. Outros grandes bancos brasileiros, como Banco do Brasil e Bradesco, também vêm explorando o mercado de criptomoedas, listando ativos para seus clientes, mas mantendo limitações semelhantes quanto à custódia e à transferência dos criptoativos.

Segurança e regulamentação

A entrada dos bancos tradicionais no mercado de criptomoedas traz mais segurança para o investidor, além de reforçar o caminho para uma regulamentação mais clara e rígida, que deve ser fundamental para o amadurecimento do mercado brasileiro.

Como começar a investir em criptomoedas pelo Itaú

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Imagem: Freepik e Canva

Passo a passo para novos investidores

  1. Acesso ao SuperApp ou plataforma íon: O cliente deve acessar o aplicativo Itaú ou a plataforma de investimentos íon.
  2. Navegar até a seção de criptomoedas: Lá estão listados os ativos disponíveis para compra.
  3. Escolher o ativo: O investidor seleciona uma das dez criptomoedas oferecidas.
  4. Investir a partir de R$ 10,00: O valor mínimo permite que qualquer pessoa inicie seus investimentos.
  5. Finalizar a compra: Com taxa única de 2,5% sobre o valor da compra, sem tarifas mensais ou futuras.

Consultoria e suporte

Para quem deseja ajuda especializada, o Itaú oferece consultoria em Bitcoin e demais criptomoedas, disponibilizando os maiores especialistas do mercado para orientações personalizadas.

Conclusão

A ampliação do portfólio de criptomoedas do Itaú Unibanco reflete a crescente relevância dos ativos digitais no cenário financeiro brasileiro. Com a inclusão de Aave, Chainlink, Polygon e Litecoin, o banco fortalece sua presença no mercado e oferece aos clientes mais opções de diversificação, mantendo um modelo de negociação acessível e seguro. Apesar das limitações, como a ausência de saques para carteiras externas, a iniciativa representa um passo importante para a democratização do investimento em criptoativos no país.

Melissa Barbosa

Autor

Melissa Barbosa

Melissa Barbosa é Redatora SEO e Designer no portal Seu Crédito Digital. Estudante de Jornalismo, possui sólida experiência em Marketing de Conteúdo, com foco em estratégias de SEO, comunicação digital e identidade visual. Apaixonada pelo universo da informação e da criatividade, une técnica e sensibilidade para transformar dados e tendências em conteúdos relevantes, que ajudam o público a entender melhor o cenário econômico, os benefícios sociais e os serviços digitais que impactam o dia a dia do brasileiro.

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