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Itaú é liberado para comprar participação em empresa de créditos de carbono

Banco Central libera e Itaú compra participação em plataforma de venda de crédito de carbono. Conheça o novo projeto do banco.

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Logo de uma agência do banco Itaú

O Banco Central do Brasil deu aval positivo para que o Itaú compre participação em uma plataforma especializada na negociação de créditos de carbono. Quando o negócio for finalizado, o banco será o único representante brasileiro entre os proprietários. 

A Carbonplace é uma rede que faz a intermediação entre produtores e compradores de créditos de carbono, que tem como seus co-fundadores 9 instituições financeiras de todo o mundo. Sua captação inicial foi de US$ 45 milhões. 

A plataforma funcionará como um marketplace de crédito de carbono. O objetivo é trazer mais transparência e agilidade para o processo de compra e venda desse ativo. Além disso, a credibilidade dos fundadores dá mais confiabilidade às negociações.

Itaú fará parte de plataforma de crédito de carbono

O Itaú será um dos proprietários da Carbonplace e se juntará a outros grandes mundiais que também são donos da plataforma. Ela ainda está em fase de testes, mas a previsão é que seja lançada ao público a partir de abril. 

A joint venture é uma forma que as empresas encontraram de oferecer estabilidade e segurança para um serviço que ainda não possui um padrão global e, consequentemente, está sujeito a falhas e irregularidades. 

Assim, para aumentar a segurança dos negócios, o Itaú e seus parceiros vão utilizar a tecnologia blockchain para operar a plataforma de crédito de carbono. Dessa forma, os registros de compra e venda serão inalteráveis, o que reduz a possibilidade de fraudes e duplicidade.

Papel dos bancos

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Os bancos proprietários da Carbonplace, junto com o Itaú, também terão um papel importante dentro da plataforma, já que as instituições financeiras serão responsáveis pela liquidação dos acordos.

No caso desse marketplace, a negociação poderá envolver dois bancos diferentes, o que não acontece em outros lugares. Além disso, a tecnologia blockchain vai permitir o compartilhamento de informações em tempo real, o que garante a liquidação instantânea dos valores. 

Imagem: SERGIO V S RANGEL / shutterstock.com

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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