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Juliana Paes e Murilo Rosa levam prejuízo em golpe financeiro

No golpe, Juliana perdeu R$ 500 mil, e Murilo, R$ 360 mil. O gestor de investimentos da atriz perdeu R$ 84 mil, e Luís Fabiano, R$ 280 mil. 

Priscilla KinastPor Priscilla Kinast3 min de leitura
golpe

A polícia de São Paulo investiga um golpe após assinatura de um contrato, com uma empresa chamada F2S Intermed de Negócios. Em suma, artistas como Juliana Paes e Murilo Rosa, assim como o jogador Luís Fabiano, sofreram com o golpe. No caso de Juliana, ela depositou R$ 500 mil e o homem que se passava pelo dono da empresa, desapareceu com o dinheiro. 

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Juliana Paes e Murilo Rosa levam prejuízo em golpe financeiro

De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a atriz não tratou diretamente com o suposto golpista. O negócio ocorreu em maio de 2018, com intermediação de um consultor financeiro da confiança de Juliana. Em suma, o consultor também foi vítima do golpe. O gestor de investimentos da atriz perdeu R$ 84 mil. Já o artista Murilo Rosa, perdeu R$ 360 mil. Enquanto isso, Luís Fabiano perdeu R$ 280 mil. 

Desde os meses de maio e julho de 2018, o golpe movimentou quase R$ 6 milhões. A proposta é que o dinheiro seria investido para a compra e revenda de carros, com rendimento de 4% a 8%. Entretanto, isso nunca aconteceu. Diante disso, em maio de 2021, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) pediu a prisão de 3 homens, dentre eles, o dono da F2S e a esposa.

Segundo o MPSP, a esposa recebia, através de uma conta bancária pessoal, os altos valores que as vítimas depositavam no golpe da F2S. A Justiça aceitou a denúncia, tornando todos os suspeitos réus no processo. Entretanto, houve uma rejeição do pedido de prisão. 

De acordo com o MPSP:

“Os denunciados se associaram com o fim de cometerem crimes de estelionato na modalidade de pirâmide financeira. De maneira previamente orquestrada e urdida para cometimento dos delitos de maneira profissionalizada, constituindo a empresa F2S, a qual falsamente oferecia um modelo de investimento, consistente na aquisição de automóveis seminovos e posterior revenda a lojistas, com rentabilidade entre 4% a 8%”.

Além disso, a denúncia afirma que “o golpe era aplicado na forma de pirâmide contra vítimas certas e determinadas”. Até o momento, nenhuma das vítimas conseguiu reaver o dinheiro. 

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Imagem: Mopic / shutterstock.com

Priscilla Kinast

Autor

Priscilla Kinast

Jornalista, apaixonada pelo mercado financeiro e pelas inovações tecnológicas. Registro Profissional: 0020361/RS

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