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Justiça eleitoral condena político famoso a 8 anos de inelegibilidade

Justiça eleitoral condena político famoso a 8 anos de inelegibilidade por crimes eleitorais. Saiba mais sobre o caso.

Ana FerreiraPor Ana Ferreira2 min de leitura
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A sentença emitida pela Justiça Eleitoral resultou na inelegibilidade do deputado federal Marcelo Crivella por oito anos, devido ao abuso de poder econômico nas eleições de 2020. A decisão representa um esforço das autoridades jurídicas em combater a corrupção e a disseminação de notícias falsas durante os períodos eleitorais.

A condenação do político gerou repercussão, especialmente em tempos de polarização política e discussões sobre a veracidade das informações disseminadas.

Uso de fake news na campanha

A denúncia é de que Marcelo Crivella utilizou recursos financeiros da campanha para disseminar dados falsos sobre seu adversário, Eduardo Paes, por meio de panfletos e postagens nas redes sociais.

Assim, a Justiça Eleitoral observou a atitude como um abuso de poder econômico. Ademais, a decisão também implica na cassação do diploma de deputado federal, já que o delito ocorreu durante o mandato atual. 

Efeitos da condenação de Crivella

O processo foi iniciado pelo prefeito em exercício do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), e pela sua aliança política, composta pelos partidos Democratas, Cidadania, DC, PV, PSDB, Avante e PL.

Os folhetos distribuídos pela chapa de Marcelo Crivella afirmavam que o político defendia a legalização das drogas, o aborto e a “ideologia de gênero” nas escolas.

Nas suas plataformas de mídias sociais, Paes celebrou a sentença, destacando que “aqui se faz, aqui se paga” e que “mentir e espalhar fake news é crime”. A equipe jurídica de Crivella anunciou que irá argumentar a decisão, afirmando que o recurso não é aplicável imediatamente.

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Além disso, a vice-prefeita Andréa Firmo foi responsabilizada em reembolsar aos cofres públicos o montante correspondente à produção dos panfletos, com a restituição completa e atualizada.

A condenação de Marcelo Crivella mostra que a Justiça Eleitoral está atenta e disposta a analisar os casos de propagação de informações falsas.

Imagem: Zolnierek / shutterstock.com

Ana Ferreira

Autor

Ana Ferreira

Redatora do Seu Crédito Digital. Estudante de psicologia e serviço social. 23 Anos de idade e moradora de Brasília.

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