Na última quinta-feira (4), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promulgou o trecho da lei que garante 5% da folha de pagamento dos servidores públicos federais para despesas feitas no cartão consignado de benefício, que havia sido vetado no final de 2022, pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).
Lula anuncia grande notícia para servidores federais
Menos de uma semana após reajustar o salário dos servidores federais, Lula anunciou um novo benefício a esses profissionais. Confira!
Assim, agora também é possível utilizar 5% da folha para realizar saque por meio do cartão consignado de benefício.
Em dezembro do ano passado, a Lei 14.509 proporcionou o aumento da margem consignável, isto é, quanto o servidor pode comprometer seu salário com empréstimo e cartão consignado, para 45% da remuneração.
O que é o cartão consignado de benefício
Ainda que funcione como o cartão de crédito consignado, com parte da fatura descontada diretamente da folha de pagamento do servidor, o cartão consignado de benefício disponibiliza obrigatoriamente auxílio funeral e seguro de vida no valor mínimo de R$ 2 mil cada.
Além disso, o cartão oferece descontos que variam entre 15% e 18% no valor da compra de remédios em redes de farmácias conveniadas.
Reajuste salarial para os servidores federais
No dia 28 de abril, o presidente Lula sancionou o projeto de lei que reajusta o salário dos servidores federais em 9%. O reajuste já havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no dia 26 de abril e foi concedido de forma linear a todas as categorias. O aumento passou a contar na folha de pagamento a partir do dia 1º de maio e será pago no salário de 1º de junho.
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Além disso, o projeto sancionado pelo mandatário também prevê o reajuste de 43,6% no auxílio-alimentação desses profissionais, que passou de R$ 458,00 para R$ 658,00.
De acordo com os cálculos do governo, no total, pelo menos 1 milhão de pessoas serão beneficiadas diretamente, o que corresponde a um impacto direto na economia de cerca de R$ 11 bilhões ao longo de 2023.
Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil
