Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente e um nome cotado para integrar o próximo governo de Lula, a ativista ambiental fez algumas críticas ao governo Bolsonaro em relação aos temas climáticos.
Marina Silva alfineta governo Bolsonaro; veja o que ela disse
Marina Silva faz críticas ao governo Bolsonaro com relação aos temas do Meio Ambiente e defende a participação de Lula na COP27.
De acordo com Marina, que deve participar da COP27, “o Brasil deixará de ir para a COP para fazer chantagem. O Brasil vai para a COP para fazer história”.
COP da ONU
A Conferência das Partes é uma convenção da Organização das Nações Unidas que discute as mudanças climáticas no mundo. Nas ocasiões, participam os representantes dos Estados membros e observadores credenciados.
Questão climática para o governo Lula
Segundo a ex-ministra do meio ambiente e deputada federal eleita pelo estado de São Paulo, a questão climática é uma “prioridade estratégica do mais alto nível de governo”. Caso Marina integre algum cargo, como o Ministério do Meio Ambiente no mandato de Lula, essa será sua prioridade.
Marina ainda defende a participação de Lula na COP27 ainda que de maneira informal, como futuro presidente do país.
A deputada federal também apresenta uma série de medidas que o próximo governo poderá adotar para se tornar, quem sabe, um país relevante sobre a temática do meio ambiente a nível global.
Marina Silva é credenciada como representante da sociedade civil e participará de qualquer forma da COP27 deste ano.
Propostas de Marina Silva
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Marina Silva, conhecida internacionalmente por sua luta em defesa do meio ambiente, tem como algumas de suas propostas, as seguintes questões. .
- Resgate da atuação do Brasil no que diz respeito aos danos e perdas causadas pelo clima;
- Definição de danos climáticos pelos quais os países podem ser responsabilizados;
- Participação ativa do Brasil no financiamento climático.
Em sua gestão enquanto chefe da pasta do Meio Ambiente, Marina Silva foi reconhecida a nível global, por conseguir reduzir o desmatamento da Amazônia em 83%, nível histórico.
Imagem: ettore chiereguini/shutterstock.com
