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Metroviários aprovam greve e operação do metrô será impactada nesta quinta-feira (23)

Nesta quinta-feira (23), os metroviários paralisaram suas atividades, afetando a operação de diversas linhas do metrô. Confira

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Metrô

Após assembleia do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, os funcionários do Metrô de São Paulo decidiram aderir à greve marcada para esta quinta-feira (23). Dessa forma, a paralisação teve início à 00h de hoje. No entanto, ainda nesta quinta haverá uma nova reunião para decidir se a greve irá continuar.

Assim, a decisão da categoria foi divulgada pelo Sindicato na página do Facebook. Diante disso, as únicas linhas que não serão afetadas, pois são operadas pela iniciativa privada, são as 4-Amarela e 5-Lilás. Contudo, as demais terão a circulação afetada, sendo elas:

  • 1-Azul;
  • 2-Verde;
  • 3-Vermelha;
  • Além da linha 15-Prata do monotrilho.

Reivindicações

Por meio da greve, os metroviários reivindicam as seguintes pautas:

  • Abertura de concurso público para contratações emergenciais;
  • Fim das terceirizações;
  • Restabelecimento do adicional de periculosidade em alguns cargos;
  • Pagamento de abono salarial compensatório pelos três anos trabalhados durante a pandemia da Covid-19.

Medidas para evitar transtornos

Por sua vez, o Metrô afirmou que irá acionar seu plano de contingência, a fim de “minimizar os transtornos” à população, mantendo em funcionamento “trechos importantes do sistema”. Além disso, a prefeitura de São Paulo suspende o rodízio municipal de veículos durante toda a quinta-feira.

Sem acordo

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De acordo com o Tribunal do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), não houve acordo entre o Metrô e os funcionários durante reunião conciliatória realizada na quarta-feira (22). Entre as reivindicações do sindicato estava a liberação das catracas.

Assim, a recomendação do juiz foi de que as negociações sejam retomadas e que possíveis punições aos grevistas sejam suspensas. Além disso, os metroviários também terão que enviar todas as suas reivindicações detalhadamente até dia 1º de maio. Quanto ao Metrô, o magistrado solicitou que se comprometa a realizar reuniões ao longo de 30 dias após as demandas serem enviadas pelo sindicato. 

Por fim, o juiz deu 48 horas para que o sindicato e o Metrô informem se aceitam ou recusam as sugestões. Anteriormente, o Metrô havia solicitado à Justiça que fixasse uma quantidade mínima de funcionários para trabalhar em caso de greve, porém uma juíza do TRT-2 negou o pedido.

Imagem: prochasson frederic/shutterstock

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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