Grande parte do patrimônio público foi depredado durante os ataques realizados por manifestantes extremistas nas sedes dos 3 poderes no último domingo, dia 8, em Brasília.
Mineradoras anunciam doação de R$ 1 milhão para reparos no patrimônio público no DF
Depois dos ataques em Brasília, empresas mineradoras anunciaram que farão doação de R$ 1 milhão destinado aos reparos do patrimônio público.
Em anúncio realizado nesta segunda-feira, dia 9, o Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração), juntamente com as empresas mineradoras associadas, contou que realizará doação destinada aos reparos do patrimônio público. O valor da doação é de R$ 1 milhão.
Confira mais detalhes sobre o assunto a seguir.
Ibram e empresas mineradoras fazem doação de R$ 1 milhão para reparos no patrimônio público
O Instituto Brasileiro de Mineração afirmou que a doação de R$ 1 milhão para Brasília tem como intenção a reafirmação e o respeito à Democracia.
Diversos itens foram destruídos, danificados ou roubados durante a invasão dos bolsonaristas extremistas ao Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal e ao Palácio do Planalto, acarretando imenso prejuízo que, segundo o Ministério da Gestão, ainda está sendo calculado.
Entre os danos causados pelos criminosos, está a obra de arte de Di Cavalcanti, intitulada “As mulatas”. A pintura, que vale cerca de R$ 8 milhões, foi rasgada em sete lugares.
Além de diversas outras obras de arte depredadas, móveis e itens valiosos também foram alvo dos crimes, como o Brasão da República, que foi retirado da parede do plenário e colocado em uma cadeira (assinada pelo designer Jorge Zalszupin) do lado de fora do prédio.
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Em texto, o diretor-presidente do Ibram, Raul Jungmann, lamenta sobre os ataques realizados em Brasília:
“Todo brasileiro e brasileira deve se sentir atingido pelos ataques desferidos contra os poderes da República. O momento é de cada um(a) demonstrar que a violência não pode ser aceita como um caminho para se protestar e impor vontades. Reconciliar o país é essencial para o desenvolvimento social e econômico”, relata Raul Jungmann.
Imagem: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
