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Minha Casa, Minha Vida: governo regulamenta geração de energia própria no programa

Governo regulamenta a geração de energia própria no programa Minha Casa, Minha Vida, incentivando a sustentabilidade e a redução de custos para os beneficiários.

Uma novidade promissora marca o início desta semana no Brasil: o governo federal regulamentou a incorporação de sistemas de microgeração e minigeração distribuída de energia em projetos do Minha Casa, Minha Vida. Este avanço não só promove a sustentabilidade, mas também fortalece a autonomia energética dos futuros moradores dessas residências.

Com essa regulamentação, as unidades habitacionais poderão integrar pequenas instalações de produção de energia renovável, como painéis solares. Esses sistemas têm potencial para gerar energia suficiente não apenas para consumo próprio, mas também para a venda do excedente.

Como a energia renovável se integra ao programa Minha Casa, Minha Vida?

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Foto: wirestock/Reprodução

O decreto, emitido nesta última segunda-feira (1º), especifica que as concessionárias de energia são responsáveis por instalar e custear toda a infraestrutura necessária para conectar as novas unidades habitacionais à rede elétrica.

Essa medida representa um estímulo significativo tanto para o setor de energias renováveis quanto para os beneficiários do programa habitacional.

O que é microgeração e minigeração distribuída?

Na essência, microgeração e minigeração distribuída referem-se à capacidade de produzir energia em pequena escala, geralmente onde ela será consumida.

No contexto do Minha Casa, Minha Vida, isso significa que cada moradia pode gerar sua própria energia utilizando recursos renováveis, como a energia solar, através de pequenos conjuntos de painéis fotovoltaicos instalados nos telhados ou áreas comuns do empreendimento.

Quais benefícios este novo decreto traz?

Além dos benefícios diretos aos usuários do programa Minha Casa, Minha Vida, há uma implicação positiva significativa no mercado imobiliário brasileiro, que teve um aumento notável no ano passado devido ao programa. A autossuficiência energética certamente atrairá um número maior de compradores interessados em propriedades mais sustentáveis e econômicas.

É importante destacar que o Programa Energia Limpa no Minha Casa, Minha Vida dará prioridade à faixa 1 do programa habitacional.

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Espera-se que essa nova regulamentação possa não apenas motivar outras políticas públicas de habitação, mas também inspirar o setor privado a investir mais intensamente em inovações ecológicas no ambiente urbano.

Imagem: Doucefleur / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital