O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) foi relançado neste ano pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com isso, algumas mudanças foram realizadas nas regras do programa. Porém, ele segue baseado em faixas de renda para determinar as condições para os brasileiros que desejam a casa própria.
Minha Casa, Minha Vida para quem ganha R$ 2.640: saiba todas as condições
O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida é baseado em faixas de renda para definir as condições. Confira!
Antes de mais nada, para conseguir participar, é preciso que o cidadão mantenha os dados do Cadastro Único (CadÚnico) atualizados e faça a inscrição no Cadastro Habitacional. Apenas depois do processo de regularização, é possível ter acesso aos imóveis disponibilizados pela Caixa Econômica Federal.
Sobre as faixas de renda, o MCMV é separado entre as urbanas e as rurais. Nesse sentido, os valores de cada uma delas difere entre as categorias. Ao todo, são seis faixas, três para cada localização.
Minha Casa, Minha Vida: faixas de renda
Agora, veja quais são as faixas de renda do programa habitacional:
- Faixa 1 (urbana): renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640;
- Faixa 2 (urbana): renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4,4 mil;
- Faixa 3 (urbana): renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 a R$ R$ 8 mil.
- Faixa 1 (rural): renda bruta familiar anual de até R$ 31.680;
- Faixa 2 (rural): renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 a R$ 52,8 mil;
- Faixa 3 (rural): renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 a R$ 96 mil.
Condições para a Faixa 1
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Como pode ser observado, a faixa 1 urbana do Minha Casa, Minha Vida atende aos brasileiros que recebem até dois salários mínimos (R$ 2.640). Recentemente, o Governo Federal anunciou novidades para esse grupo para melhorar ainda mais o acesso ao imóvel, como a redução na taxa de juros para aqueles com rendimento de até R$ 2 mil.
Além disso, os valores das casas do programa para o financiamento podem variar entre R$ 190 mil e R$ 264, a depender da localização. Houve ainda um aumento no subsídio repassado pela União. Em determinados casos, as famílias podem arcar com apenas 5% do montante para adquirir o imóvel, o restante é bancado pelo governo.
Imagem: Michael Dechev / shutterstock.com
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