Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Ministro afirma que suspensão do empréstimo consignado do INSS é chantagem

Carlos Lupi, ministro da Previdência Social, compartilhou uma nota das centrais onde criticam a suspensão do consignado do INSS. Confira!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
INSS

A redução do teto de juros do empréstimo consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 2,14% para 1,7% teve repercussão negativa entre os bancos.

Assim, os principais bancos do Brasil que ofereciam a modalidade decidiram suspendê-la. Entre eles estão Bradesco, Itaú, C6 Bank, Mercantil do Brasil, além da Caixa e do Banco do Brasil.

À vista disso, nesta sexta-feira (17), Carlos Lupi (PDT), ministro da Previdência Social, compartilhou uma nota das centrais onde criticam a suspensão do consignado do INSS por instituições financeiras públicas e privadas após a redução do teto de juros da modalidade.

Empréstimo consignado do INSS seria chantagem dos bancos

Assim, a nota compartilhada por Lupi afirma que a suspensão do empréstimo consignado do INSS é uma chantagem dos bancos, após o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) – órgão vinculado à pasta – reduzir os juros do crédito.

Além disso, a nota afirma que isso só mostra que a busca por lucros “não tem limites” e que é “inaceitável” que os beneficiários do INSS sejam prejudicados dessa forma, principalmente porque essa linha de crédito é “segura e acessível”, pois o desconto das parcelas é feito diretamente na folha de pagamentos do benefício.

Ademais, a nota sugere que o governo utilize o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal para assegurar o consignado do INSS com as novas taxas, já que são bancos públicos.

Por fim, o texto ressalta o lucro de R$ 338,5 bilhões, enquanto 33 milhões de brasileiros se encontravam na miséria nos últimos 4 anos.

Ministro foi avisado

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Pouco antes da decisão de reduzir os juros, o Ministério da Fazenda já havia alertado à Previdência Social, que, ainda que a redução dos juros beneficiasse os aposentados e pensionistas do INSS, os beneficiários seriam prejudicados, já que a oferta da linha de crédito seria reduzida, como realmente aconteceu.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), após a redução da taxa de juros, publicou uma nota onde afirma que “a atitude gera efeitos contrários ao que se deseja”, pois restringe a oferta de crédito barato e impacta na economia, principalmente no consumo.

Imagem: Rafapress / Shutterstock

Pode ser do seu interesse:

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

Topicos relacionados