O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), tem demonstrado uma postura crítica em relação ao termo “déficit”, aplicado frequentemente para se referir à situação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No entanto, Lupi defende que o INSS, sendo o maior programa social do governo, deveria ser enxergado como uma forma de investimento, e não simplesmente um gasto.
Ministro da Previdência define prioridades do INSS; confira
O ministro da Previdência, Carlos Lupi já definiu quais serão as prioridades do INSS para este ano de 2024. Confira quais são elas!
Essa visão proposta por Lupi ecoa falas passadas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que sempre defendeu que gastos sociais na verdade são formas de investimento. Tal perspectiva, que desafia o entendimento mais comum sobre as contas públicas, gera opiniões divididas entre especialistas na área. Veja mais!
Prioridades do INSS
Assim, muitos especialistas em contas públicas são contra a denominação de gastos públicos como investimentos. E, afirmam que déficits financeiros acabam prejudicando o desempenho dos programas públicos, encarados por muitos como essenciais para o provimento de serviços básicos para a população.
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No entanto, Lupi já definiu quais serão as prioridades do INSS para este ano de 2024. Assim, o ministro almeja acabar com a famosa fila do órgão, que atualmente está em mais de 1 milhão de pessoas. Na situação atual, o prazo de espera pelo benefício chega a 45 dias.
Além disso, o chefe da pasta também quer rever a pensão por morte. Pois, para ele, após a reforma da Previdência, que ocorreu em 2019, o valor pago pelo benefício é injusto. Já que os dependentes recebem apenas a metade do que o falecido recebia.

Reajuste dos benefícios
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Neste mês de janeiro, o salário mínimo nacional passou de R$ 1.320 para R$ 1.412. Assim, como o valor dos benefícios do INSS são baseados no piso salarial, os beneficiários do órgão que ganham um salário mínimo também tiveram o reajuste, que começará a ser pago no dia 25 de janeiro.
No entanto, os aposentados e pensionistas do INSS que recebem acima do piso salarial nacional tiveram um reajuste mais tímido, de apenas 3,71%. Assim, esse índice de correção se refere ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Imagem: Angela_Macario / shutterstock.com
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