O enfrentamento da pobreza tem sido um tema central para o governo brasileiro, e a recente declaração do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, reforça a importância de políticas públicas efetivas.
Ministro diz que juros atuais não permitem ‘cuidar dos pobres’; entenda a declaração polêmica
Ministro Wellington Dias afirmou que os juros altos dificultam o processo de combater a extrema pobreza no país! Entenda mais!
Em seu discurso durante o lançamento do movimento Pacto Contra a Fome, Dias afirmou que os juros elevados prejudicam o combate à pobreza e defendeu a necessidade de cortes na Selic pelo Banco Central (BC). Entenda melhor!
Ministro se pronuncia sobre a polêmica dos juros
No evento, Wellington Dias também destacou que as ações conjuntas entre governo, sociedade civil e setor privado são cruciais para erradicar a fome no país.
Ainda mencionou que o aumento do salário mínimo acima da inflação é um dos fatores que contribui para a elevação da renda nas camadas mais baixas da sociedade.
Ao mesmo tempo, Dias ressaltou a importância do reforço do Bolsa Família, com a inclusão de novos benefícios que devem ajudar mais de 8,5 milhões de famílias a saírem da extrema pobreza.
O discurso do ministro também abordou o novo marco fiscal como um elemento chave para atrair investimentos ao Brasil e melhorar as condições econômicas do país.
Tebet também defende reforma tributária e redução de juros
Em sintonia com as declarações de Dias, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu a necessidade de uma reforma tributária que diminua a carga sobre o setor produtivo e contribua para a geração de emprego e renda.
Tebet argumenta que o combate à fome e à miséria no Brasil está diretamente relacionado às medidas econômicas e ao investimento inteligente em políticas sociais. Segundo a ministra, o Brasil “gasta mal” e carece de políticas públicas permanentes e voltadas para o enfrentamento da fome.
Pesquisa com a população demonstra apoio ao governo
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Em suma, a taxa de juros é um dos principais instrumentos utilizados pelo BC para controlar a inflação e estimular o crescimento econômico.
Uma taxa de juros mais baixa pode incentivar o consumo e o investimento, enquanto uma taxa mais alta tem o efeito contrário, desestimulando a demanda e reduzindo a inflação. Essa parece ser a perspectiva defendida pelo atual governo e pela maior parte do povo brasileiro.
De acordo com a pesquisa Datafolha, o presidente Lula conta com o apoio de aproximadamente 80% dos brasileiros na intenção de pressionar o Banco Central (BC) a reduzir a taxa básica de juros, a Selic, que atualmente está em 13,75% ao ano.
A pesquisa foi realizada em 29 e 30 de março de 2023 e contou com 2.028 entrevistados de 16 anos ou mais, em 126 municípios de todas as regiões do Brasil.
Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil
