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Mulher aplica golpe em lanchonete e compra salgados por 2 anos sem pagar; prejuízo é de R$ 26 mil

A golpista encomendou salgados do estabelecimento durante 2 anos e enviava comprovantes falsos de transferências. Prejuízo chega a R$ 26 mil.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
mulher preocupada com a mão no rosto e segurando o celular

O golpe aconteceu na cidade de Caldas Novas, em Goiás. Uma mulher de 45 anos realizava encomendas de salgados variados, por meio de mensagens enviadas em rede social, ela também enviava comprovantes de transferência falsos.

A golpista foi indiciada depois de denúncia e, segundo a Polícia Civil, o prejuízo da lanchonete chegou a R$ 26 mil.

Golpe foi aplicado durante 2 anos e prejuízo chegou a R$ 26 mil

De acordo com o estabelecimento, as encomendas aconteciam desde 2020 e eram recorrentes. Sendo realizadas várias vezes na semana, com pedidos que podiam chegar a 300 salgados num único dia, entre empadas, coxinhas e quibes. Ela encomendava salgados congelados e quentes.

Os supostos pagamentos eram realizados à distância, por meio de transferências bancárias, e a mulher chegava a enviar comprovantes de pagamentos com diferentes valores.

Alguns apresentavam a quantia de R$ 200, outros de R$ 160, e alguns chegavam até a R$ 400. As encomendas e os comprovantes falsos de transferências eram enviados pelo WhatsApp.

Estabelecimento só descobriu golpe em 2022, depois de 2 anos atendendo a estelionatária

O golpe só foi percebido no fim desse ano, quando um funcionário da lanchonete desconfiou que o valor de um comprovante de TED, que a mulher dizia ter realizado, não havia caído na conta da empresa, e comunicou os donos da lanchonete.

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O inquérito policial conta com imagens das conversas entre a cliente e a lanchonete, que comprovam a realização dos inúmeros pedidos. Porém, a demora da empresa em perceber que estava sendo alvo de golpe não foi explicada.

A mulher, que ainda não foi detida e poderá aguardar o andamento do processo em liberdade, será investigada. De acordo com a polícia, poderá ser condenada até oito anos de prisão por crime de estelionato.

Imagem: fizkes / Shutterstock.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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