Assim como tantas outras datas importantes para o comércio, a Black Friday também costuma ser vista por golpistas como a oportunidade perfeita para fazer vítimas. Embora só seja celebrada em 25 de novembro, muitas promoções já estão sendo oferecidas e os consumidores devem ter cuidado com certas lojas e suas “ofertas imperdíveis”.
Não compre nada nessas lojas durante a Black Friday
Lista criada pelo Procon do estado de São Paulo ajuda consumidores a não caírem em golpes de lojas não confiáveis na Black Friday.
Lista criada pelo Procon-SP ajuda consumidores a não caírem em golpes na Black Friday
Para alertar os consumidores que gostam de aproveitar a Black Friday, o Procon do estado de São Paulo criou uma lista com lojas online que não são consideradas confiáveis. Ao todo, são 40 sites que as pessoas devem evitar, reduzindo as chances de cair em golpes.
Os estabelecimentos indicados como não confiáveis comercializam os mais variados produtos, como móveis, roupas, eletrônicos, entre outros. Essas empresas foram incluídas na lista porque já foram notificadas pelo Procon anteriormente, mas nunca responderam ou foram localizadas pelo órgão.
Como ter acesso a lista com nomes de lojas que devem ser evitadas nesta Black Friday
A lista está disponível no site do Procon (clique aqui). Na página, o consumidor pode ver qual o nome da loja e do responsável por ela, além do CNPJ/CPF, a situação do estabelecimento do e-commerce (no ar ou fora do ar) e data de inclusão.
Além disso, o órgão alerta que a reputação da loja também pode ser verificada antes da realização da compra. Nas plataformas Reclame Aqui e Consumidor.gov é possível ter acesso a diversas informações, reclamações de consumidores, entre outros.
Black Friday: consumidor deve desconfiar de produtos muito baratos
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Se observar um produto excessivamente barato, principalmente quando comparado com o preço praticado em outros lugares, o consumidor deve desconfiar. Também é recomendado descartar todos os links de promoções recebidos por SMS, WhatsApp ou por publicidade nas redes sociais.
O consumidor deve utilizar o cartão de crédito e, caso seja possível, optar pelo cartão virtual. Pagamentos via Pix são mais difíceis de pedir a devolução caso ocorra fraude. Além disso, aconselha-se que a compra seja realizada em uma conexão segura de Wi-Fi, fugindo de redes públicas para não ter os dados violados.
Imagem: fizkes / shutterstock.com
