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Notícia preocupante sobre o desemprego no Brasil; confira

O IBGE divulgou dados sobre o desemprego no Brasil em relação ao último trimestre de 2023. Saiba mais informações!

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral nesta sexta-feira (16). Entre os números que geram preocupação, apenas 2 estados brasileiros tiveram queda na taxa de desemprego no último trimestre de 2023.

Ademais, a mesma pesquisa indicou que a taxa de desocupação de mulheres e negros no Brasil terminou 2023 acima da média nacional. Continue a leitura para mais informações.

IBGE divulga dados de pesquisa sobre desemprego no Brasil

Conseguir emprego em 2024 Desemprego no Brasil
Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

Entre os estados que tiveram queda no desemprego entre outubro e dezembro do ano passado, um deles foi o Rio de Janeiro. Logo, a taxa caiu de 10,9% para 10%. Enquanto isso, no Rio Grande do Norte, a queda foi de 10,1% para 8,3%.

Nos demais estados brasileiros, a taxa de desemprego ou aumentou ou se manteve estável. No cenário nacional, o índice caiu de 7,7% para 7,4% entre o terceiro e quarto trimestres.

Ademais, entre todos as unidades federativas, os maiores índices de desemprego foram registrados estão no Amapá (14,2%), Bahia (12,7%) e Pernambuco (11,9%). Já os menores índices foram observados em Santa Catarina (3,2%), Rondônia (3,8%) e Mato Grosso (3,9%).

Desocupação entre mulheres negros terminou 2023 acima da média nacional

Segundo a pesquisa, o índice de desemprego no país alcançou os 7,4% no último trimestre do ano. Enquanto isso, a taxa das mulheres foi de 9,2% e, entre os homens, ela chegou a 6%.

Essa diferença entre gêneros é de 53,3%, sendo o desemprego feminino maior do que o masculino. Em 2012, essa diferença era de 69,4%, mas a menor discrepância registrada foi de 27% no segundo trimestre de 2020.

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Fazendo uma análise por cor de pele, a população branca apresentou taxa de desemprego de 5,9%. Já entre os pretos foi de 8,9% e entre os pardos, 8,5%, ambos acima da média nacional. Essas diferenças são praticamente as mesmas do início da série histórica do IBGE no 1º semestre de 2012.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com