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Nova taxa de juros do consignado vai agradar aos segurados do INSS; confira

O ministro da Casa Civil afirmou que o governo busca, juntamente com os bancos, um teto de juros viável para o consignado do INSS. Entenda.

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
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Na última segunda-feira (20), o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), afirmou que o teto da taxa de juros do empréstimo consignado destinado a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Serviço Social (INSS) deverá ficar abaixo de 2% por mês.

Assim, Costa afirmou que o governo está buscando um número que seja menor que 2,14%. Além disso, o ministro lembrou que o próprio Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal afirmaram que a taxa não é rentável. E, ao ser questionado se a taxa ficaria em 2%, respondeu que ficará “um pouco menos que isso”.

Suspensão do consignado

À vista disso, na semana passada, a pedido do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PT), o teto de juros da modalidade foi reduzido de 2,14% para 1,7% ao mês.

No entanto, não houve um aval do Ministério da Fazenda – o que causou uma ‘saia justa’ no governo e fez com que os principais bancos do Brasil interrompessem a oferta do consignado aos segurados do INSS.

Dessa forma, agora os bancos e o governo tentam encontrar uma alternativa que seja viável tanto aos aposentados e pensionistas quanto às instituições bancárias.

Então, após o novo limite de juros ser definido, Lupi convocará novamente o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) para regulamentar a taxa, o que deve acontecer na semana que vem.

Consignado do INSS com juros baixos

Todavia, nem todas as 39 instituições financeiras que ofertavam o consignado do INSS antes da redução do teto de juros cobravam taxas acima de 2% ao mês.

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De acordo com o Banco Central, 19 bancos já ofereciam um empréstimo abaixo desse valor, sendo que 11 mantinham os juros inferiores a 1,9% ao mês. Somente quatro instituições disponibilizavam o crédito com juros abaixo de 1,7%. Confira:

  • CCB Brasil: 1,29%;
  • BRB: 1,64%;
  • Cetelem: 1,64%;
  • Sicoob: 1,65%;
  • Sicredi: 1,72%;
  • Banco Bari: 1,76%;
  • Alfa: 1,80%;
  • Banco Inter: 1,82%;
  • Industrial do Brasil: 1,83%;
  • Caixa Econômica Federal: 1,86%;
  • Crefisa: 1,88%;
  • Banco da Amazônia: 1,90%;
  • Prati-CFI: 1,91%;
  • Bradesco Financ: 1,91%;
  • Inbursa: 1,93%;
  • Paraná: 1,94%;
  • Banestes: 1,95%;
  • Banco do Brasil: 1,96%;
  • Banco do Estado do Rio Grande do Sul: 1,99%.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock

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Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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