Nubank planeja entrar no mercado de pagamentos via celular

Nubank planeja entrar no mercado de pagamentos via celular? Depois que a empresa gigante de tecnologia da China comprou 5% do Nubank, analistas do Itaú BBA passaram um recado aos investidores nesta semana. Ou seja, Cielo, PagSeguro e outras adquirentes que se cuidem (ou se renovem).

A parceria entre as empresas aumentou o valor da unicórnio brasileira para US$ 4 bilhões. Podendo assim criar uma nova frente para a empresa. A fintech brasileira até agora focou a sua atuação principalmente no cartão de plástico. Até porque a maior parte de sua tecnologia está voltada para melhorar o produto.

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Nubank recebe aporte de quase 1 bilhão de reais da chinesa Tencent e é avaliado em 4 bilhões de dólares.

No entanto, a Tencent é justamente uma das maiores disseminadoras de meios de pagamento não palpáveis e com muito mais cara de futuro, na China. Liderando uma revolução no país junto com a Alibaba. O grupo é controlador de empresas como WeChat, Tenpay, Riot Games e QQ Games. Todos se transformaram em máquinas de fazer dinheiro via plataformas móveis.

O próprio Nubank deixou no ar a possibilidade de criar produtos mais disruptivos depois que fechou a parceria com a empresa chinesa.

“O Nubank foi criado para ser uma alternativa para o tão concentrado sistema bancário brasileiro, devolvendo pras pessoas o controle sobre o próprio dinheiro”, disse o CEO David Velez na ocasião do investimento. “Como o nosso objetivo é expandir cada vez mais o nosso alcance e ter um produto para cada brasileiro, esperamos aprender muito com a experiência da Tencent na China”, complementou.

Nubank planeja entrar no mercado de pagamentos via celular?

Na verdade, uma das especialidades da Tencent, é transações financeiras diretamente através de celulares. Ou seja, as pessoas não precisam de maquininhas de pagamentos ou redes de cartões. Mas precisamos aguardar os próximos movimentos do Nubank para saber de fato qual é a sua real intenção.

Seja qual for a intenção do Nubank, vale lembrar que novos meios de pagamento não são a única ameaça a adquirentes brasileiras. Até porque vimos, nos últimos meses, empresas como Stone, SafraPay, POP Credicard, Sumup e Superget pressionarem adquirentes mais antigas a diminuírem suas taxas ao limite para atrair novos nichos de mercado. Esse movimento ficou conhecido como “guerra das maquininhas”, o que promete ter novos capítulos dessa briga daqui pra frente.

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Luiz Felipe Kessler

Entusiasta de fintechs e tudo o que a tecnologia proporciona de facilidades em nossas vidas.

Fundador do Seu Crédito Digital e do Optclean Tecnologia.

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