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O varejo e a missão de implementar o Pix como meio de pagamento 

Crescimento do Pix em transações feitas de pessoas físicas para jurídicas chama a atenção.

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Apesar de ainda ser considerado uma novidade por muitos, o Pix já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Ao completar sete meses, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC) já conta com mais de 94 milhões de usuários cadastrados. Devido à forte adesão e à presença do sistema cada vez mais constante na vida dos brasileiros, o varejo tem a missão de implementar o Pix como meio de pagamento. 

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O varejo e a missão de implementar o Pix como meio de pagamento 

Embora seja motivo de comemoração, a grande adesão ao Pix não é surpresa. Afinal, já era de se supor que um sistema gratuito e instantâneo de transferências bancárias caísse no gosto dos brasileiros. Ainda mais por ser um sistema que funciona 24 horas por dia, durante os 7 dias da semana – muito diferente dos sistemas tradicionais TEDs e DOCs. 

No entanto, apesar do consumidor usar o Pix como uma forma de pagamento de preferência, há muitos varejistas que ainda não se adaptaram a ele. Isso se deve às adaptações que as empresas e os meios de pagamentos (como cartão de débito e crédito) precisam incorporar em suas rotinas. 

Apesar desse processo lento, o crescimento do Pix em transações realizadas de pessoas físicas para jurídicas (P2B) sem dúvida chama a atenção. Desde o seu lançamento em novembro de 2020 até maio de 2021, o número de operações entre pessoas (P2P) cresceu cerca de 17 vezes. Já o volume de operações P2B cresceu 45 vezes. 

Além disso, é preciso levar em conta que o Pix entre pessoas já estreou com índices altos. Já os pagamentos para empresas iniciaram tímidos, portanto possuem mais potencial para crescer. Atualmente, as transações entre as pessoas correspondem a 74,6% de todas as operações com Pix. Já as transações entre pessoas e empresas representam 11,9%.

A grande aceitação do Pix por comerciantes deve ser algo frequente. Diz-se isso não apenas por ser inovador, mas sim por conta do seu custo. Ao contrário das maquininhas de cartão, que cobram por cada transação, algumas instituições financeiras não cobram o Pix de seus clientes PJ. 

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Imagem: Bernardo Emanuelle / shutterstock.com

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