O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu, em uma reunião por videoconferência com deputados do DEM, neste domingo, o congelamento dos salários de servidores públicos por um prazo de dois anos. Ele descartou, no entanto, que haja um corte na remuneração dos funcionários federais durante a crise do coronavírus. Isso porque o presidente Jair Bolsonaro não “aceita falar disso”.

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Paulo Guedes quer congelamento do salário de servidores por dois anos

Embora o encontro tenha sido fechado para o público, O Globo obteve os relatos de parlamentares que participaram do encontro.

Paulo Guedes citou um risco deflacionário de um eventual corte de salários. E por isso afirmou que o setor público precisa dar exemplo e disse que seria necessário congelar os salários durante dois anos”.

Guedes ainda afirmou que a economia, com essa medida, seria a mesma de promover cortes salariais, mas sem risco de gerar uma deflação.

A equipe econômica chegou a escrever uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para cortar em 25% os vencimentos dos servidores, com proporcional redução de jornada de trabalho. Contudo, Bolsonaro não aceita tratar desse assunto, afirmou o ministro, segundo fontes.

O ministro ainda estimou que a crise econômica decorrente da Covid-19 vai demorar “três ou quatro meses”. Mas defendeu a continuidade de agenda de reformas estruturantes.

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Imagem: A.RICARDO/shutterstock