Em junho, após receber uma denúncia, por meio do Disque 100, de condições análogas à escravidão, um grupo especial formado pela Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal e Defensoria Pública da União realizou diligências em duas boates no município de Itapira, em São Paulo.
Durante a operação, o grupo de fiscalização se deparou com três mulheres que atuam como profissionais do sexo e que tiveram suas carteiras assinadas, com sua atividade reconhecida como tal pelo empregador. Assim, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, foi a primeira vez que a fiscalização identificou o vínculo empregatício de pessoas que atuam com prostituição.
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