Neste ano, o Pix completa 3 anos de existência. Desde 2020, o sistema de transferência instantânea tem se popularizado cada vez mais entre os brasileiros e já pode ser considerado um dos principais meios de pagamentos do país.
Inclusive, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central, quando se trata das formas de pagamentos e transferência, a ferramenta foi a que apresentou o maior crescimento ao longo deste ano.
Desde janeiro, o Pix caminha em uma trajetória de ascensão, com poucas quedas. No último mês de outubro, o sistema atingiu o seu maior patamar histórico e chegou a mais de 4 milhões de transações financeiras.
Pix se destaca entre os outros meios de pagamentos
Em relação aos outros meios de pagamentos e transferências disponíveis aos brasileiros, o Pix obtém o maior destaque nos últimos meses. Opções como TED, Boleto, DOC, Cheque e TEC registraram resultados lineares no período, ou seja, sem crescimentos significativos desde janeiro de 2023.
Para se ter ideia, no que se refere à quantidade mensal, com base nos dados do último mês de outubro, os números foram os seguintes:
- Boleto: + 362 mil;
- TED: + 71 mil;
- DOC: + 1 mil;
- Cheque: + 12 mil;
- TEC: + 664.
No entanto, sob a perspectiva de valores em reais, o Pix fica abaixo do TED em outubro. No mês em questão, o recurso atingiu R$ 1.666.872, contra R$ 3.325.168. Vale lembrar que o TED é uma modalidade também de transferência, disponível há anos no país.
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Dados trimestrais
Ademais, quando considerado os dados trimestrais, o Pix segue como método de pagamento e transferência com o principal destaque em quantidade, com uma curva de ascensão ao longo de 2023.
Em contrapartida, em relação ao valor em Reais, o sistema de transferência instantânea fica abaixo do TED e das transferências interbancárias no 3T23. No período, as ferramentas registraram R$ 10.635.242, R$ 4.737.819 e R$ 3.902.196, respectivamente.
Imagem: Alexandre Tavares Silva / shutterstock.com
