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Polícia Federal não localiza Eduardo Bolsonaro para prestar esclarecimentos em inquérito no STF

Polícia Federal informa ao STF que não conseguiu localizar Eduardo Bolsonaro para prestar esclarecimentos em inquérito sobre atuação nos EUA.

Talita FerreiraPor Talita Ferreira2 min de leitura
Deputado federal Eduardo Bolsonaro

A Polícia Federal (PF) comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não conseguiu localizar o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para que ele preste esclarecimentos sobre a atuação dele nos Estados Unidos em um inquérito que apura sua conduta contra autoridades brasileiras. Segundo informações oficiais, o parlamentar teria ignorado as tentativas de contato da corporação.

Tentativas de contato da Polícia Federal

INSS PF polícia federal
Reprodução: Seu Crédito Digital / Freepik

Segundo o relatório da PF, a busca pelo deputado incluiu diferentes canais:

  • E-mail funcional do deputado
  • Endereço eletrônico pessoal
  • Aplicativo de mensagens no celular
  • Telefone do gabinete em Brasília

Apesar dessas múltiplas tentativas, não houve confirmação por parte de Eduardo Bolsonaro de que ele teria ciência das solicitações para prestar depoimento.

Determinação do STF para esclarecimentos por escrito

INSS
Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil

O inquérito foi aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que solicitou a investigação para apurar a atuação do deputado licenciado no exterior, especialmente relacionada a ações contra autoridades brasileiras.

Durante a abertura do processo, o ministro Alexandre de Moraes autorizou que, devido à permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, ele pudesse prestar esclarecimentos por escrito, dispensando a necessidade de presença física.

Comunicado da Polícia Federal ao STF

Alexandre de Moraes
Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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O relatório destaca a ausência de resposta, o que dificulta o andamento das investigações. A investigação conduzida pelo STF mira supostas atividades do parlamentar enquanto está licenciado do mandato, que seriam realizadas em solo estrangeiro, com impacto na esfera política e institucional brasileira. O conteúdo apurado pode influenciar procedimentos jurídicos e políticos futuros.

No documento encaminhado ao STF, a PF detalhou:

  • Mensagens enviadas foram recebidas, conforme registros automáticos dos sistemas de correio eletrônico
  • Até o momento, não houve qualquer retorno ou manifestação do deputado licenciado

Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Talita Ferreira

Autor

Talita Ferreira

Talita Ferreira é redatora no portal Seu Crédito Digital, onde aplica seu rigor acadêmico e experiência em linguagem para tornar conteúdos econômicos, sociais e informativos mais claros e acessíveis. Doutoranda e Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), possui também pós-graduação em Revisão Textual e em Educação, Gêneros e Sexualidade pela UniVitória. É graduada em Letras pela UFJF e tem sólida atuação em revisão, produção de conteúdo e pesquisa em linguagem.

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