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População brasileira recebe péssima notícia sobre economia

A notícia sobre a economia do país deverá afetar o bolso da população em breve. Confira o anúncio sobre o setor.

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Pilhas de moedas em formato decrescente com seta amarela passando por cima dela em direção para baixo, mostrando resultado econômico brasil

A população brasileira recebeu uma péssima notícia sobre a economia do país. De acordo com o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda (10), a projeção da inflação de 2023 subiu de 5,96% para 5,98%. 

O percentual continua ultrapassando o limite da meta estabelecida, mesmo com a taxa Selic, principal ferramenta do BC para controlar a inflação, a 13,75%. Para 2023, o Conselho Monetário Nacional (CMN) havia estabelecido a meta de 3,25% com margem para variação de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. 

Sendo assim, entenda o porquê a notícia é ruim para os brasileiros e como a inflação afeta a vida da população como um todo. 

Como a inflação afeta a vida dos brasileiros?

A inflação ocorre quando há um aumento contínuo dos preços dos produtos e serviços ao longo do tempo. O aumento afeta o poder de compra das pessoas, fazendo com que a mesma quantidade de dinheiro compre menos produtos ou serviços do que antes. 

A inflação influencia nos preços de diversas maneiras, como na redução do poder de compra, nos custos de produção, nas expectativas de inflação e na política monetária. Quando os preços sobem, o valor do dinheiro diminui, levando à redução do poder de compra dos consumidores e afetando a demanda por produtos e serviços. 

Projeções para a economia no próximo ano

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A divulgação do resultado da inflação fez o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, se pronunciar. De acordo com o BC, a meta deverá ser novamente estourada. Segundo o presidente do órgão, a chance de isso ocorrer novamente é de 83%. 

Para o próximo ano, a projeção do mercado para a inflação é de 4,14%, sem alteração. Contudo, o percentual está mais alto do que a meta de 3% para 2024. Ainda assim, o valor se mantém abaixo do limite de 4,5%. 

Imagem: SERSOLL / Shutterstock.com

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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