O mercado financeiro e os contribuintes brasileiros estão agitados diante da possibilidade de redução na quantidade de impostos no país.
Possível REDUÇÃO de impostos no Brasil AGITA o mercado e anima os contribuintes
O Governo Federal está estudando a implementação de uma reforma tributária com o objetivo de simplificar o sistema tributário. Entenda!
Isso porque o Governo Federal está estudando a implementação de uma reforma tributária, que será apresentada em breve ao Congresso Nacional, com o objetivo central de simplificar o sistema tributário.
De acordo com membros do Ministério da Fazenda, o plano consiste em diminuir o número de impostos, de cinco para apenas dois. No entanto, é importante ressaltar que essa mudança não implica necessariamente em uma redução da carga tributária para os cidadãos brasileiros. Entenda!
Simplificação tributária causará redução de impostos?
Na verdade, o foco é simplificar as cobranças, visando um sistema mais eficiente e menos complexo, tanto para os cobradores como para os pagadores de impostos.
A proposta é estabelecer um sistema tributário mais simples, com um imposto federal chamado de “Contribuição sobre Bens e Serviços”, além de implementar impostos para os estados e municípios e uma legislação uniforme em todo o país.
Essa simplificação seria uma mudança significativa em relação ao atual cenário, que exige múltiplos impostos e legislações complexas.
Reforma tributária: caminho para a mudança
Desde o início deste ano, a reforma tributária tem sido objeto de intensos debates. Nesta terça-feira (6), o tema ganhou ainda mais destaque com a entrega da proposta pelo relator, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).
A proposta apresentada sugere substituir os atuais IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS pela criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), dividido em âmbito federal, estadual e municipal.
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A diminuição da quantidade de impostos parece ter respaldo no Congresso Nacional, sendo que a discussão agora se concentra nas alíquotas dos novos impostos. O governo defende alíquotas mais altas para garantir a arrecadação, enquanto a oposição propõe alíquotas mais baixas.
Para Appy, secretário extraordinário da reforma tributária do Ministério da Fazenda, a definição das alíquotas dependerá das exceções que serão inseridas no texto. Quanto mais grupos forem beneficiados com as isenções fiscais, maior será a necessidade de uma alíquota básica elevada.
Por fim, a decisão sobre as tratativas caberá ao Congresso Nacional.
Imagem: rafastockbr/ shutterstock.com
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