Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Preço do aluguel dispara; entenda o motivo

O valor do aluguel disparou nos últimos 12 meses. Entenda o motivo desse aumento e confira os estados com as maiores altas.

VictóriaPor Victória2 min de leitura
Imposto de Renda

O aluguel é uma das despesas mais importantes do cotidiano dos brasileiros e, para infelicidade de muita gente, os preços médios dispararam. De acordo com os dados do último Índice FipeZap, o aumento foi de 1,61% em fevereiro, mês que marcou o oitavo avanço consecutivo. 

Ainda segundo a pesquisa, em 12 meses o aumento foi de 17,05%, o que chocou muita gente. Os especialistas destacam que a pandemia foi uma colaboradora para este cenário atual, visto que naquela época as negociações ficaram mais flexíveis devido ao momento delicado.

Assim, você vai ver ao longo da matéria quais foram as cidades que mais tiveram impactos no preço do aluguel e entender os avanços do valor. 

Motivos do aumento

A pandemia, sobretudo, é uma das razões do aumento do aluguel, já que no período os proprietários estavam mais abertos a negociar os valores. Ou seja, está acontecendo agora uma recomposição nos preços. 

De acordo com Moira Toledo, diretora de risco e governança da Lello Imóveis, durante a pandemia de Covid-19 muita gente teve a renda impactada, o que fez com que os proprietários fizessem “um forte exercício de negociação”. 

Ainda segundo Toledo, atualmente o Brasil passa por uma “reabertura da economia”, o que corrobora para que os locadores, que passaram o período de pandemia sem conseguir mexer nos preços, subam os valores.

Apesar disso, há outros fatores que causaram este cenário de aumento, como a variação dos indexadores de aluguel e a maior demanda por imóveis com boa localização para alugar. 

Maiores altas no aluguel

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Como dito antes, o indicador FipeZap foi o responsável por observar o aumento dos preços do aluguel. Dessa forma, confira a variação acumulada em 12 meses dos locais que mais foram impactados:

  1. Florianópolis: 33,36%;
  2. Goiânia: 31,23%;
  3. Curitiba: 24,17%;
  4. Belo Horizonte: 21,73%;
  5. Fortaleza: 21,32%;
  6. Rio de Janeiro: 19,71%;
  7. Recife: 16,11%;
  8. São Paulo: 15,14%;
  9. Salvador: 14,96%;
  10. Porto Alegre: 12%;
  11. Brasília: 8,94.

Imagem: Grusho Anna / Shutterstock

Victória

Autor

Victória

Graduanda em Letras - Português/Inglês pela Universidade Federal de São Paulo, redatora apaixonada por escrita e comunicação.

Topicos relacionados