Presidiários brasileiros trabalham? Levantamento revela dados surpreendentes
Menos de um quarto dos presidiários brasileiros trabalham, de acordo com a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), órgão vinculado ao Ministério da Justiça do governo federal.
Das 650 mil pessoas privadas de liberdade (PPL) em unidades prisionais ao longo do território brasileiro, apenas 24% estão empregadas. No entanto, dessa parte, metade não recebe remuneração pela atividade, em desacordo com o artigo 29 da Lei de Execução Penal (LEP).
