Primeira etapa do Open Banking começa a funcionar nesta segunda (1)

O Open Banking tem como objetivo facilitar a criação de novos serviços e produtos ao cliente.

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Tem início nesta segunda-feira (1), a primeira etapa do Open Banking. O Open Banking tem como objetivo facilitar a criação de novos serviços e produtos ao cliente; e esta será a primeira, das quatro etapas de infraestrutura de seu funcionamento. Além disso, o Open Banking permitirá o compartilhamento de forma padrão, de dados e serviços pelas instituições participantes.

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Sobre a primeira etapa do Open Banking

Afinal, qual é a ideia do Open Banking? Ele pretende utilizar um conjunto de programas que buscarão conectar os bancos, as financeiras participantes e os dados trocados entre elas. A projeção é que o sistema esteja funcionando 100% até o fim de 2021. 

Em 2018, o mercado financeiro iniciou a preparação para a estreia do Open Banking. Naquele ano, foi realizada a montagem de equipes internas, inclusive com a participação de especialistas. Paralelo a isso, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), criou times de trabalho para se aperfeiçoar no tema. A Febraban deu contribuições importantes, como, por exemplo, recomendações técnicas e operacionais, visando a maior segurança do sistema. 

De acordo com o presidente da entidade, Isaac Sidney:

“O Open Banking incentivará a inovação e tende a intensificar as ofertas de valor para os clientes, com novos produtos e serviços, acelerando a transformação digital do mercado financeiro. A expectativa do setor bancário com sua chegada é bastante positiva.”

Saiba tudo sobre as etapas do Open Banking

Nesta primeira etapa do Open Banking, cabe às instituições participantes enviar informações referentes aos seus canais de atendimento. Dentre as informações, estão, por exemplo, as localidades das agências, horários e os serviços de atendimento aos clientes, telefônicos ou digitais.

Além disso, nessa primeira etapa, haverá a apresentação dos dados e características sobre os produtos e serviços que são prestados. Essas informações terão acesso público. 

Na segunda fase, marcada para terminar em 15 de julho, as instituições deverão trocar entre si, os dados de cadastros e transações de clientes. Para isso, é necessário que haja uma autorização por parte do consumidor. Havendo permissão, serão compartilhados dados do cliente, tais como nome, endereço e CPF. Além desses, dados de movimentação financeira, como contas, empréstimos e financiamentos, também poderão ser acessados.

Para a terceira fase, a previsão é de 30 de agosto. Nesse nível, o cliente poderá pagar contas e fazer transferências bancárias para além do internet banking ou do aplicativo do banco. Ademais, haverá um terceiro aplicativo.

Por fim, a última etapa está prevista para dezembro, mas ainda existem discussões técnicas sobre ela. Essa etapa se refere ao compartilhamento de outros dados financeiros do cliente, tais como produtos e serviços de operações de câmbio, investimentos, seguros e contas-salário.

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Imagem: Song_about_summer / Shutterstock.com

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