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Professores se manifestam contra governo após ter pedido de reajuste negado

A categoria de professores e profissionais da educação querem um reajuste de 14,95% e novas manifestações irão acontecer até a votação do PL.

Wendell SoaresPor Wendell Soares2 min de leitura
Aposentadoria

Os professores e servidores das escolas estaduais do Rio Grande do Sul, através do sindicato da categoria (Cpers), recusaram na última sexta-feira (3) o reajuste de 9,45%, oferecido pelo Governo do Estado. Com isso, os profissionais continuam lutando pelo reajuste de 14,95%.

Na ocasião, 1031 pessoas votaram contra o reajuste oferecido pelo governador Eduardo Leite (PSDB). O sindicato, por sua vez, já vincula desde ontem (5), uma peça publicitária no horário nobre da tv gaúcha, defendendo um valor maior no salário dos professores.

Ações coordenadas acontecerão amanhã (3) em Porto Alegre

Para ampliar a manifestação que reivindica o reajuste de 14,95% no salário dos profissionais da educação, o Cpers preparou, para esta terça (3), uma mobilização presencial. De acordo com o site do sindicato, o Ato Estadual em Defesa do Reajuste sairá da sede da instituição, na Avenida Alberto Bins, 480 e irá até a Câmara Estadual e Palácio do Governo do Rio Grande do Sul, a partir das 10 horas.

Em sua defesa pelo reajuste de 9,45%, o governo estadual informou que um valor superior ao proposto faria com que o estado descumprisse a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, a folha com funcionários ultrapassaria o limite de 49% das receitas.

Outros pedidos dos professores do Rio Grande do Sul

Além de um valor maior de reajuste, os profissionais da educação estadual do RS querem que o projeto do governo gaúcho contemple os demais funcionários das escolas e aposentados no reajuste. No atual texto, eles não são citados. Por fim, o sindicato também solicita que haja rejeição da parcela de irredutibilidade, que se trata do princípio que proíbe diminuir o pagamento dos servidores públicos, a fim de reduzir suas funções no trabalho.

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Outras manifestações ainda podem acontecer nos dias de votação do projeto que, atualmente, está com a Câmara de Deputados do Rio Grande do Sul e tramita em caráter de urgência. De acordo com o Executivo Estadual, todos os docentes irão ganhar, pelo menos, o novo piso nacional, no valor de R$ 4.420,55 por 40 horas semanais de trabalho.

Imagem: @Drazen Zigic / Freepik

Wendell Soares

Autor

Wendell Soares

Pós-graduado em Marketing Digital, jornalista, redator SEO e apaixonado pela escrita e leitura.

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