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Saiba quais profissões vão ser mais prejudicadas pela reforma trabalhista

Quem tem jornada de trabalho diária de 6 horas, pode aderir a de 8 horas, e assim, ter o adicional de horas extras inferior

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Na última quinta-feira (12), a Câmara dos Deputados aprovou uma nova reforma trabalhistas. Dentre as várias medidas, ela reduz o pagamento de horas extras para as profissões com uma jornada de trabalho reduzida. Com o apoio do governo, o texto substitui a MP 1.045. Agora, ainda é necessário aprovar o Senado e passar pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. Confira abaixo, quais as profissões que devem se prejudicar com a nova reforma. 

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Ao reduzir o pagamento de horas extras para as profissões com jornada de trabalho reduzida, existem alguns trabalhadores que devem ser prejudicados. Ou seja, os bancários, as telefonistas (como operadores de telemarketing), os jornalistas, os médicos, as dentistas, os advogados, os músicos, os aeroviários, os aeronautas, os engenheiros e os secretários. 

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Os bancários, por exemplo, têm jornada de trabalho de 6 horas por dia, e 30 horas por semana. Já as telefonistas, também têm um limite de 6 horas diárias, porém, 36 horas semanais. Dessa forma, uma carga horária para além da normal ganha uma remuneração extra com adicional de 50%. 

Com a reforma, os profissionais com a jornada reduzida podem aderir à jornada de 8 horas por dia, e 44 por semana. E assim, devem receber apenas um adicional de 20% pelas horas a mais, ou seja, menos que os 50% pagos. Além disso, o valor adicional de 50% só seria pago para quem trabalhar além das 8 horas diárias.

Em suma, essa nova reforma só deve valor se ocorrer um acordo por escrito entre a empresa e o empregado, ou com o sindicato. Além disso, o texto fala que, passada a emergência de saúde do coronavírus, a alteração na jornada deveria ocorrer por uma iniciativa do empregado. 

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Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com

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