Seu Crédito Digital
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Prova de vida começa a ser feita digitalmente; confira

Avatar de Bruna Cassana Machado Bruna Cassana Machado · · · 2 min de leitura
Prova de Vida

Os servidores da cidade do Rio de Janeiro (RJ), que não estão ativos, poderão passar por uma prova de vida digital parecida com a do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). A modalidade passa a ser disponibilizada este mês e seu recadastramento será opcional. 

Em média, 85 mil beneficiários do Previ-Rio poderão aderir à prova de vida digital. Para que isso possa acontecer, a prefeitura do RJ vai cruzar os dados de seu servidor com os dados do governo. 

Sendo assim, informações como, por exemplo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) serão usadas para que haja o entendimento que o servidor inativo está vivo e apto a receber sua aposentadoria. 

Como vai funcionar a prova de vida digital do RJ?

É fundamental que esse servidor inativo tenha um cadastro no Portal do Governo, o gov.br. A prova de vida digital será realizada nessa plataforma. Para que isso seja possível, o servidor carioca precisa ter uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) cadastrada na Senatran. 

Caso ele não seja habilitado, ele deve ter sua biometria devidamente registrada no TSE. Ademais, se o servidor escolher a opção digital de prova de vida, ela será feita de acordo com seu mês de aniversário.

Já aqueles que optarem pela modalidade presencial continuarão tendo o número da matrícula como critério. Nessa escolha, haverá, no entanto, uma certa flexibilidade. Isso porque aquele que não fizer a prova de vida presencialmente não correrá o risco de perder seu benefício. Ele pode, assim, escolher a prova de vida online.

Dependendo de como se dará o uso do novo recurso ao longo do tempo, em breve, pode haver outras mudanças na prova de vida dos servidores do RJ.

Adaptação dos idosos à nova ferramenta 

De acordo com a presidente do Previ-Rio, Melissa Garrido Cabral, o sistema de prova de vida digital será constantemente analisado. A estimativa é que, no próximo ano, esse modelo seja o mais usado entre os servidores. 

No entanto, Garrido também destaca que é algo difícil de se prever, afinal, esse grupo de servidores inativos é majoritariamente formado por idosos, sendo que uma parte deles pode, por vezes, sentir dificuldade de adaptar-se a tal modalidade.

Imagem: StockerThings / shutterstock.com

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