Além de todo o prejuízo incalculável causado pelos terroristas bolsonaristas nos ataques do último domingo (8) à Praça dos Três Poderes, algumas obras de arte depredadas tiveram seus valores estimados divulgados.
Qual foi o prejuízo causado pelo vandalismo em Brasília? Valor vai te surpreender
Os atos de vandalismo realizados na Praça dos Três Poderes, em Brasília, causaram danos irreparáveis. Confira valores que foram divulgados
As instalações do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Câmara dos Deputados foram vandalizadas. A contabilização total do prejuízo material ainda está sendo realizada. No entanto, nos casos de obras específicas, os valores já foram publicados.
Os ataques começaram na tarde de domingo, quando uma multidão invadiu a Praça dos Três Poderes em Brasília. Até o momento, mais de 1 mil criminosos detidos foram para a delegacia.
Obras de arte depredadas
Confira agora uma lista das obras de arte estragadas pelos golpistas e seus respectivos valores estimados:
- “As mulatas” de Di Cavalcanti – estimada em R$ 8 milhões;
- “O Flautista” de Bruno Giorgi – estimada em R$ 250 mil;
- Escultura em madeira de Frans Krajcberg – estimada em R$ 300 mil.
Vale ressaltar que, segundo analistas, peças como a obra de Di Cavalcanti podem valer até 5x mais que o seu valor estimado, tamanha magnitude.
Agora, veja a outra lista com peças depredadas não avaliadas, até agora:
- Mesa de Juscelino Kubitscheck;
- Mesa-vitrine de Sérgio Rodrigues;
- Relógio de Balthazar Martinot (peça extremamente rara).
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Prejuízo de mais de R$ 3 milhões
Conforme aponta um relatório preliminar publicado pela Câmara dos Deputados, o custo para a reparação dos danos causados pelos ataques dos bolsonaristas à Praça dos Três Poderes já é de mais de R$ 3 milhões ao considerar apenas o Palácio da Câmara.
O montante corresponde aos objetos que podem ser reparados, como computadores, vidros e outros itens que faziam parte da mobília. Na ocasião, criminosos também danificaram viaturas utilizadas pela Polícia Legislativa e terão um custo de R$ 500 mil. Os outros prédios, do STF e do Palácio do Planalto não constam nesta conta.
Imagem: Adriano Machado / Agência Brasil
