Ter um lugar para chamar de seu é o desejo da maioria das pessoas. Possuir uma casa, no entanto, pode ser uma meta desafiadora para alguns indivíduos e famílias. Fatores como renda, histórico de crédito e acesso a moradias populares podem dificultar a realização desse sonho.
Quer sair do aluguel? O governo paga até 95% da sua casa; veja como funciona
Governo Federal anunciou o aumento do valor do subsídio para acesso à Fase 1 do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida". Saiba mais.
Pensando nisso, o Governo possui um programa de facilitação da aquisição habitacional com o objetivo de ajudar os cidadãos a realizarem o sonho da casa própria. E nesse mês ele trouxe novidades para o povo brasileiro.
O anúncio no Diário Oficial da União.
No dia 08 de março, o Governo Federal anunciou o aumento do valor do subsídio – concessão de dinheiro feita pelo governo – para acesso à Fase 1 do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”.
A portaria publicada ainda incluiu medidas para atender unidades habitacionais inacabadas ou ocupadas indevidamente que foram custeadas pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). O Ministério das Cidades visa aumentar a efetividade do gasto público e destinar essas unidades a famílias elegíveis que necessitam de moradia.
O Ministério das Cidades pretende criar um grupo de trabalho (GT) que assessore na formulação de propostas que contribuam para o alcance dos objetivos traçados na portaria. O grupo se reunirá semanalmente e apresentará um relatório após 90 dias.
Oportunidade de sair do aluguel.
Atualmente, para famílias com renda mensal de até R$ 2.640 na área urbana e renda anual de até R$ 31.680 na área rural, a União reembolsa até 95% do valor do imóvel. O valor máximo que pode ser subsidiado agora é de R$ 140 mil para regiões urbanas e R$ 60 mil para áreas rurais.
Anteriormente, o governo já havia modificado os limites de renda para acessar o programa Minha Casa Minha Vida. Para o Nível 1, a faixa havia passado de R$ 1.800 para R$ 2.640. Para a Faixa 2 em área urbana, passou de R$ 2.640,01 para R$ 4.400, e para a Faixa 3 em área urbana, foi de R$ 4.400,01 para R$ 8.000.
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Para a zona rural, a faixa 1 passou a abranger renda familiar bruta anual de até R$ 31.680, enquanto a faixa 2 inclui renda familiar bruta anual de R$ 31.680,01 a R$ 52.800, e a faixa 3 abrange renda familiar bruta anual entre R$ 52.800,01 e R$ 96.000.
O governo planeja retomar cerca de 37.500 unidades habitacionais para o Nível 1 que foram interrompidas anteriormente. Um adicional de 32.000 unidades estará disponível a partir do próximo ano.
Imagem: Kenishirotie / shutterstock
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