As aplicações de renda fixa tiveram mudanças que exigem a atenção dos investidores. Os investimentos em CRIs e CRAs, debêntures e títulos públicos adquiridos por tesourarias de bancos e corretoras passarão a receber atualizações diárias.
Renda fixa teve mudança que exige atenção dos investidores
Entenda quais são as mudanças aplicadas aos investimentos em renda fixa e quais os objetivos das alterações.
Assim, caso o leitor possua aplicações em renda fixa, não precisa se preocupar, pois estamos falando de um mecanismo de ajuste de preço. Muitas pessoas ao olharem as contas nas corretoras veem os seus investimentos em renda fixa valendo menos do que o valor aplicado.
Isso se trata de uma forma do mercado ajustar o valor daquela aplicação. Dessa forma, para que o investidor não acabe saindo no prejuízo, ele deve adquirir conhecimento sobre o assunto.
O que é marcação a mercado e qual sua utilidade?
Os títulos de renda fixa são ativos negociados em bolsa e estão sujeitos à variação de preço da mesma forma que os investimentos de renda variável. Entretanto, essas aplicações são precificados de acordo com a taxa a que são atrelados.
Por exemplo, um investidor de renda fixa compra um título do tesouro SELIC com vencimento em 2025. Assim, se os juros sofrerem alguma alteração, haverá uma marcação a mercado, precificando esse título de acordo com a nova taxa.
Dessa forma, usa-se a marcação a mercado para atualizar os preços. Sendo assim, de acordo com a variação do índice ao qual estão atrelados, podem valorizar ou desvalorizar.
Mudanças na renda fixa
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As mudanças nas normas de renda fixa, na marcação a mercado, passaram a valer a partir do dia 2 de janeiro. Desde então, a atualização dos preços ocorre conforme mencionado. A medida já vale para ativos do tesouro direto e passará a valer para CRIs e CRAs e debêntures.
“A ideia é que, ao perceberem a oscilação no preço desses ativos, eles possam identificar eventuais oportunidades de compra ou venda antes do vencimento do papel e se conscientizem sobre a importância de saber mais sobre o emissor”, afirmou Luciane Effting, vice-presidente do Fórum de Distribuição da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).
Imagem: Things / Shutterstock – Edição: Equipe SeuCréditoDigital
