Segundo dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) referentes ao semestre encerrado em novembro de 2023, o rendimento real dos trabalhadores do país registrou aumento de 2,3% em comparação com o trimestre anterior. Em relação ao mesmo período de 2022, o avanço foi de 3,8%.
Rendimento real dos brasileiros apresenta aumento; veja valores
O rendimento real dos trabalhadores brasileiros registrou aumento tanto na comparação trimestral quanto anual. Confira!
Sob esta perspectiva, determinadas categorias tiveram uma alta ainda mais expressiva. Em contrapartida, algumas categorias não apresentaram variações significativas entre um trimestre e outro, como apontam os dados do relatório.
Sobre o mercado de trabalho no geral, vale ressaltar que a taxa de desemprego do Brasil recuou para 7,5% no trimestre terminado em novembro. Assim sendo, as estimativas apontam para 8,2 milhões de pessoas desocupadas em todo o país.
Rendimento real dos brasileiros
A partir do aumento exposto acima, o rendimento real dos trabalhadores brasileiros chegou em R$ 3.034 no trimestre de setembro a novembro de 2023. Trata-se da segunda maior quantia da série histórica, iniciada em 2012. Nesse sentido, o maior valor foi registrado em 2020, quando chegou a R$ 3.078.
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Além disso, massa de rendimento mensal real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimada em R$ 300,2 bilhões de reais. Isso no período analisado.

Valores entre os grupamentos de atividades de trabalho
Na comparação trimestral, o rendimento real dos brasileiros apresentou aumento nos seguintes grupamentos:
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- Indústria: alta de 5,6% ou mais R$ 161;
- Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: alta de 2,6% ou mais R$ 108.
Por outro lado, em relação ao mesmo período de 2022, os aumentos foram verificados para:
- Indústria: alta de 7,7% ou mais R$ 216;
- Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: alta de 5,3% ou mais R$ 126; Alojamento e alimentação: alta de 6,1% ou mais R$ 113;
- Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: alta de 3,5% ou mais R$ 144.
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