O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida foi recentemente relançado pelo governo petista. Ontem (8), o Ministério das Cidades, através de uma publicação no Diário Oficial da União (DOU), divulgou qual será o grupo prioritário do programa habitacional.
Revelado qual será o grupo prioritário do Minha Casa, Minha Vida
O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida prioriza os grupos familiares urbanos e rurais com essas características.
O Minha Casa, Minha Vida é divido em 3 faixas. Até então, a faixa 1 das famílias rurais era no valor de R$ 36,6 mil brutos ao ano, enquanto a das famílias de áreas urbanas era de R$ 96 mil brutos ao ano. Essa faixa indica, portanto, o teto para que o programa subsidie as moradias.
A partir de agora, as famílias rurais que recebem até R$ 36,6 mil de renda bruta anual estão na faixa 1 do programa. Assim como as famílias que residem em áreas urbanas e têm renda bruta anual de até R$ 140 mil.
Faixa 1: uma prioridade do programa
Esses grupos, portanto, serão a prioridade do Minha Casa, Minha Vida. Durante a gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, o programa habitacional foi reformulado: passou a ser chamado de Casa Verde e Amarela e priorizava as faixas superiores.
Por fim, há muitas obras paradas porque muitos projetos não saíram do papel do Ministério do Desenvolvimento Regional. Este, naquela época, era responsável pela gestão do programa Casa Verde e Amarela.
Quantas casas serão destinadas à faixa prioritária do Minha Casa, Minha Vida?
A expectativa do governo de Luiz Inácio Lula da Silva é construir 150 mil habitações para a faixa 1 do programa. Nesse sentido, as famílias rurais poderão financiar a casa por até R$ 75 mil, enquanto as das áreas urbanas conseguirão financiar a habitação por até R$ 170 mil.
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É comum que os grupos familiares rurais não tenham uma renda fixa mensal, por este motivo, o teto é estabelecido a nível anual. Contudo, para ser considerada uma família rural, essa renda bruta ao ano não pode ser menor que R$ 31.380.
Já as famílias urbanas, que em sua maioria possuem a renda bruta mensal fixa, não podem ter a essa média superior a R$ 2.640. Antes, esse limite era de R$ 1.800, portanto, a quantidade de pessoas priorizadas pelo programa aumentou.
Imagem: Cenas brasileiras / Shutterstock
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