O metrô de São Paulo pode entrar em greve nesta terça-feira (13), pois suas demandas não foram atendidas pelo governo. Caso haja paralisação, várias linhas do transporte não vão funcionar.
São Paulo pode PARAR se isto realmente acontecer
Possível paralisação no metrô de São Paulo pode parar a capital. Confira as demandas e as possíveis linhas a serem afetadas!
Os funcionários vão se reunir na noite desta segunda-feira (12) para decidir pela paralisação. Confira quais são as demandas dos funcionários e quais linhas serão afetadas caso a greve aconteça.
Motivos da possível paralisação em São Paulo
Os metroviários estão fazendo uma série de reivindicações, como: a contratação por meio de concurso público, aumento no vale-refeição e vale-alimentação, cota extra no vale-alimentação para o Natal e reintegração de funcionários demitidos em 2020.
Os metroviários reivindicam por mais contratações devido ao déficit de funcionários operando em várias áreas do transporte. Assim, o sindicato dos metroviários afirma que há mais de mil funcionários a menos; por isso, pede um novo edital de concurso público, já que o último ocorreu em 2019.
Contudo, tais reivindicações já aconteciam em assembleias anteriores, quando foi decidido apenas a retirada do uniforme e a utilização de colete e braçais em todas as áreas a partir desta segunda-feira (12).
Além disso, os metroviários afirmaram que a empresa não melhorou a proposta feita anteriormente, descumprindo o prazo de fazê-la até o dia 1º de junho.
Linhas afetadas pela possível greve
Se aprovada, a paralisação vai afetar as seguintes linhas: 1-Azul; 2-Verde; 3-Vermelha; e 15-Prata de monotrilho. As linhas 4-Amarela e 5-Lilás não serão afetadas, pois são administradas por concessionárias.
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Caso a paralisação ocorra, mais de 4 milhões de passageiros serão afetados. Contudo, a assembleia de segunda-feira (12) está aberta a negociações. Se o governo aceitar, os metroviários estão dispostos a fazer catraca livre como forma de protesto.
Caso ocorra, as passagens não serão cobradas dos passageiros. Por fim, até o momento, a Companhia do Metropolitano de São Paulo não se pronunciou.
Imagem: Tacio Philip Sansonovski/ shutterstock.com
