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Conheça a seguradora de celulares que recebeu um aporte de R$ 60 milhões

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Hoje em dia o celular é algo muito importante no nosso cotidiano. Usamos celulares para conversar com amigos e família, para trabalhar, ficar a par do que acontece no mundo e pagar nossas contas. Por isso, quando perdemos ou danificamos um celular é prejuízo na certa. Ou gastamos consertando ou comprando um novo, enquanto isso vamos sentindo o que é perder a produtividade que um aparelho desses nos proporciona. Com essa dependência cada vez maior, surgem no mercado as seguradoras de celulares. Elas são a escolha de muitas pessoas que investem em celulares de última geração e reconhecem que o risco de perda ou dano são muitos.

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Nesse mercado surgiu a Pitzi, uma fintech de seguros. Eles anunciaram nesta segunda-feira (11) que receberam um aporte de R$ 60 milhões em uma rodada de investimentos, liderada por QED Investors, WTI, Valiant Partners e Thrive Capital.

Agora, a fintech brasileira está avaliada em cerca de 400 milhões de reais. A startup foi fundada em 2012 e afirma ter superado recentemente a marca de 1 milhão de clientes.

Planos para o futuro da fintech

A Pitzi já havia levantado 70 milhões de reais em outras três rodadas de investimentos, incluindo Thrive, Kaszek, Flybridge e DCM. Agora, está otimista com o futuro.

A startup quer ampliar a atuação dos programas de seguro de celular no Brasil, saindo dos atuais 4% para mais de 40% dos cerca de 200 milhões de aparelhos ativos no país.

Para isso, a fintech vai contar com um nome de peso: Bill Cilluffo, que já investiu em fintechs famosas, como Nubank, Creditas e QuintoAndar, vai ser membro do conselho de administração da Pitzi. Além disso, o fundo WTI já apoiou Google, Facebook, e, mais recentemente, Oscar, uma das maiores insurtechs dos EUA (startups de seguros).

O mercado atual para a Pitzi

A preocupação com seguros ainda é uma coisa nova no Brasil. “Hoje, só 4% dos smartphones são protegidos no país, comparado com até 90% em outras regiões. Queremos expandir o mercado, reduzir o gap e chegar a esse nível de penetração (40%) em um futuro próximo”, diz Daniel Hatkoff, fundador e presidente da Pitzi.

De acordo com Hatkoff, os smarthphones são uma janela para outros produtos do setor de seguros, propiciados pela maneira que o dispositivo transformou a experiência consumidora de consumo para muitas pessoas.

“Como líderes de mercado, nós da Pitzi estamos obcecados em desbloquear a capacidade do consumidor brasileiro de usar seus telefones de maneiras cada vez mais poderosas. A proteção do telefone celular é apenas o começo”, afirmou o fundador.

“Pitzi é uma palavra em hebraico que é usada como apelido para alguém que você gosta muito, alguém pequeno, uma palavra que alguém usaria com seu filho menor ou um animal de estimação. Então a ideia com o Pitzi é que o celular se tornou isso para nós, algo que se você perder vai fazer você se sentir desconectado da vida”, explicou Hatkoff.

Como funciona para contratar a Pitzi

Ficou curioso para saber mais sobre a fintech? Segundo o site da Pitzi, é possível fazer a contratação online e eles devolvem seu celular arrumado em 5 dias após o recebimento.

Eles oferecem conserto para quebra de tela, proteção contra contato com água, proteção contra mau funcionamento, proteção contra destruição total e contra qualquer defeito. Todo o processo ocorre pela internet e, segundo a startup, todas as mensagens são respondidas em até uma hora.

Como funciona a contratação da seguradora de celulares

A contratação é feita antes de qualquer reparo, quando o cliente decidir ter o seu celular assegurado. Aí, se acontecer algo com o aparelho, basta a pessoa entrar na sua conta (em www.pitzi.com.br/minhaconta), cadastrar a sua nota fiscal, escolher a opção “Socorro, preciso de ajuda” e seguir o passo a passo até o final para abrir o seu pedido de serviço.

Depois que for registrado e liberado o pedido, a Pitzi envia um código de postagem por e-mail e o cliente vai a uma agência mais próxima dos Correios para enviar o aparelho por Sedex (a postagem é por conta da empresa).

Todos os clientes precisam ter o aplicativo Pitzi: Proteção para Celulares, porém ele está disponível apenas para aparelhos Android. A cobrança do seguro da Pitzi é uma mensalidade variável, que irá depender do tipo de aparelho celular.

O valor varia de R$ 5 a R$ 25. Depois que o cliente cadastra seu cartão de crédito, precisa registrar o aparelho usando a nota fiscal dele. No caso de telas quebradas ou um mergulho na água (ou seja, acidentes), é necessário pagar R$ 75 adicionais pelas peças ou reposição do celular.

Esse é um mercado ainda novo, mas que tem chances de se consolidar no Brasil por ser uma alternativa mais barata (e mais sustentável) do que a compra de um novo aparelho a cada perda ou acidente.

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