Em uma recente medida aprovada pelo governo federal, os servidores públicos federais vão receber um aumento expressivo nos diversos tipos de auxílios que beneficiam a categoria. Assim, a partir do próximo mês, o auxílio-alimentação, o auxílio-saúde, e o auxílio-creche serão reajustados, marcando um avanço importante nas condições de trabalho desses profissionais.
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Dessa forma, no novo acordo, o auxílio-alimentação teve um reajuste de 51,9%, passando de R$ 658 para R$ 1.000. Já o auxílio-saúde foi aumentado de R$ 144,38 para aproximadamente R$ 215, e o auxílio-creche de R$ 321 para R$ 484,90. Assim, esses ajustes representam uma melhoria significativa na remuneração indireta dos servidores.
Reajuste no auxílio-alimentação dos servidores
De acordo com a Secretaria de Relações de Trabalho do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (SRT/MGI), o aumento do auxílio-alimentação proporcionará um ganho de renda superior a 4,5% para mais de 200 mil servidores que ganham até R$ 9 mil mensais.
Assim, aqueles que recebem todos os três benefícios – alimentação, saúde e creche – poderão experimentar um incremento de até 23% em sua remuneração total. Jose Lopez Feijó, secretário de Relações do Trabalho do MGI, ressaltou o significado desses reajustes, considerando-os um passo fundamental na recuperação do poder de compra dos servidores que estava estagnado.

Servidores cobram reajuste salarial
No entanto, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) aponta que, apesar dos aumentos nos auxílios serem um avanço, ainda há uma necessidade urgente de ajustes salariais diretos que oscilam entre 7% e 10% para este mesmo ano.
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Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef, em sua declaração para a Agência Brasil, enfatizou a importância de não desistir dessa luta: “Apesar de celebrarmos esses avanços, é crucial continuarmos reivindicando melhorias diretas nos salários, para realmente garantirmos a valorização que os servidores públicos merecem.”
Imagem: Krakenimages.com/ shutterstock.com
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