Estourou nas redes sociais um novo site falso do Lollapalooza, que está enganando clientes e aplicando golpes financeiros. Os criminosos estão vendendo ingressos falsos para a próxima edição do festival, no qual acontecerá nos dias 22, 23 e 24 de março de 2024.
Todos os anos, o evento de música acontece em São Paulo, no Autódromo de Interlagos. Porém, quem realiza a venda dos ingressos de forma exclusiva é a empresa Ticketmaster Brasil. Por isso, fique atento, pois a página fake se diferencia da página oficial do evento com um “-“, hífen, em sua URL. Logo, na matéria a seguir, confira mais detalhes sobre esse site falso e como se prevenir de golpes desse tipo!
Detalhes sobre o site falso do Lollapalooza

Muitos fãs estão caindo neste golpe. Isso porque o site oficial do Lolla, www.lollapaloozabr.com, já está oferecendo a venda geral dos ingressos para os 3 dias de evento do próximo ano. No entanto, no site oficial, você é redirecionado para a página Ticketmaster.
Em contrapartida, no site falso do Lollapalooza, que usa o domínio “www.lollapalooza-br.com”, a venda acontece diretamente no site. Porém, só depois de realizar o procedimento e não receber a confirmação da compra é que os consumidores percebem se tratar de um golpe. Enquanto escrevemos essa notícia, o site não-oficial está fora do ar.
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O próprio Lolla já prestou declarações sobre esse novo golpe, deixando claro que todas as compras oficiais são feitas em um só local. Além disso, a Ticketmaster é a única autorizada a realizar as vendas. Caso não se sinta seguro, os ingressos também poderão ser obtidos por meio da bilheteria Tokio Marine Hall.
Dicas para não cair em golpes
Assim como o site falso do Lollapalooza, outras eventos também passaram pelo mesmo tipo de golpe. Por esse motivo, é importante sempre estar atendo às fontes e canais oficiais da empresa realizadora para saber onde e como comprar os ingressos.
Ademais, o Procon-SP também já informou que, nesses casos, não há nenhuma empresa por trás para se responsabilizar. Por isso, é muito difícil atuar nestes casos. No entanto, é possível tentar reaver o prejuízo financeiro entrando em contato com a instituição financeira que intermediou a compra, pedindo para que cancele a operação.
Por fim, o órgão de defesa do consumidor também deixou claro que é necessário abrir um Boletim de Ocorrência nestes casos, já que a polícia realizará as investigações criminais necessárias.
Imagem: Divulgação/ Lollapalooza 2018
