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Startups investem em TDAH: entenda o caso

O mundo das startups tem visto muito potencial no público com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Entenda o caso.

Paula PifferPor Paula Piffer2 min de leitura
Imagem de uma mulher com vários braços. Em cada um, segura um aparelho. Entre eles, celular, notebook, telefone e outros. Sobre a imagem, lê-se "Startups investem em TDAH".

Não é possível mensurar exatamente o aumento dos casos de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) nos últimos anos. Entretanto, percebe-se um crescimento considerável de usuários do TikTok falando sobre o assunto. Ou seja, é uma tendência.

Embora não seja possível calcular o aumento de casos de forma precisa, pode-se verificar o movimento de outra forma. Isso porque, após a pandemia da COVID-19, só nos Estados Unidos, o número de prescrições do remédio usado para o tratamento dessa condição saltou de 35 para 45 milhões, de 2019 a 2022.

O TDAH é uma doença crônica que afeta, principalmente, a capacidade de atenção. Além disso, também inclui hiperatividade e impulsividade como sintomas. Contudo, é importante a avaliação de um médico capacitado para fechar o diagnóstico, uma vez que não é uma condição avaliada por exames físicos.

Mas o que as startups têm a ver com o TDAH?

Onde tem tendência, tem startup. Dessa forma, uma enorme onda de startups de telemedicina tem surgido, mas não só de telemedicina básica, com atendimentos online. Também existe uma empresa que desenvolveu um navegador específico para o público com essa condição.

Outro exemplo é a HelloSelf, empresa que conecta pacientes com terapeutas especializados. Da mesma forma, a Inflow, especializada em terapia cognitiva, recebeu um aporte de US$ 11 milhões. Há até um aplicativo específico para adultos com TDAH, que é o caso da Numo.

A vida fica menos difícil

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Todas as startups surgem com o intuito de resolver uma dor de seu público-alvo. Dessa forma, desenvolvem soluções para tratar esse problema. E, na maioria das vezes, conseguem. A vida para quem tem TDAH fica um pouco menos difícil.

Entretanto, é sempre importante ressaltar que qualquer diagnóstico deve ser feito por um médico capacitado. Além disso, a prescrição de remédios, assim como tratamentos, também deve ser feita por um profissional de saúde que estudou para tal — ou seja, o médico.

Imagem: Andrey_Popov / shutterstock.com – Edição: Equipe Seu Crédito Digital

Paula Piffer

Autor

Paula Piffer

Formada em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, atualmente é pós-graduanda em Negócios Digitais pela USP.

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