A Strategy, anteriormente conhecida como MicroStrategy, continua sua estratégia agressiva de aquisição de Bitcoin, anunciando recentemente a compra de 15.355 BTC, totalizando US$ 1,4 bilhão.
Strategy amplia reservas de Bitcoin com compra de US$ 1,4 bilhão e enfrenta nova concorrência corporativa
A Strategy, anteriormente conhecida como MicroStrategy, investe US$ 1,4 bilhão em Bitcoin, reforçando sua posição no mercado cripto e enfrentando a entrada da Twenty One Capital como nova concorrente.
Com essa aquisição, a empresa reforça sua posição como a maior detentora corporativa de Bitcoin, ao mesmo tempo em que enfrenta a entrada de uma nova concorrente no mercado: a Twenty One Capital.
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A mais recente aquisição da Strategy
A Strategy revelou que adquiriu 15.355 Bitcoins na semana passada, marcando sua terceira maior compra do ativo em 2025.
Com essa aquisição, a empresa agora possui 554.000 BTC, avaliados em aproximadamente US$ 52,3 bilhões, de acordo com documentos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC).
A compra foi financiada majoritariamente pela venda de ações ordinárias, representando 97% dos fundos utilizados. Além disso, a empresa levantou US$ 37,5 milhões por meio da venda de ações preferenciais perpétuas denominadas “STRK”.
O Plano 21/21 da Strategy
Em outubro do ano passado, a Strategy lançou o ambicioso “Plano 21/21”, com a meta de captar US$ 21 bilhões por meio de um programa de oferta de ações “at-the-money” e mais US$ 21 bilhões por meio da emissão de títulos de renda fixa, como o STRK.
Até o momento, a empresa já concluiu mais da metade desse plano trienal, utilizando parte dos recursos para a compra de Bitcoin.
Desde o estabelecimento do programa de oferta de ações, a Strategy vendeu aproximadamente US$ 20,9 bilhões em ações ordinárias, restando US$ 128 milhões disponíveis para emissão e venda. Além disso, a empresa ainda pode vender US$ 29,92 bilhões em ações da STRK por meio de um programa estabelecido em março.
Entrada da Twenty One Capital no mercado
A Twenty One Capital, uma nova empresa de investimentos em Bitcoin, foi lançada recentemente por Brandon Lutnick, filho do Secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick. A empresa conta com o apoio de investidores de peso, incluindo Tether, Bitfinex, Cantor Fitzgerald e SoftBank.
A Twenty One Capital foi formada por meio de uma fusão reversa com a SPAC Cantor Equity Partners, liderada por Brandon Lutnick.
Estratégia e objetivos
A empresa planeja iniciar suas operações com 42.000 Bitcoins, financiados por contribuições diretas e instrumentos financeiros, como títulos conversíveis. A Twenty One Capital é majoritariamente controlada pela Tether, com a SoftBank adquirindo uma participação de 24% por meio de Bitcoin.
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+311 mil seguidores
A empresa pretende seguir o modelo da Strategy, priorizando a aquisição de Bitcoin em vez da diversificação de negócios.
Implicações para o mercado corporativo de criptomoedas

A entrada da Twenty One Capital no mercado destaca a crescente adoção institucional do Bitcoin como ativo de reserva. Empresas estão cada vez mais buscando estratégias semelhantes às da Strategy para diversificar seus ativos e proteger-se contra a inflação e a volatilidade das moedas fiduciárias.
A presença de novos players como a Twenty One Capital pode incentivar a inovação e a competição no mercado de criptomoedas corporativas. Isso pode levar ao desenvolvimento de novos produtos financeiros e estratégias de investimento, beneficiando o ecossistema como um todo.
Considerações finais
A Strategy mantém sua liderança como a maior detentora institucional de Bitcoin do mundo, com uma estratégia clara de acumulação do ativo como reserva primária de valor. A mais recente compra de US$ 1,4 bilhão em Bitcoin reforça não apenas seu compromisso com o BTC, mas também a confiança no crescimento de longo prazo do ativo.
A ascensão da Twenty One Capital, com o respaldo de gigantes como Tether, Bitfinex, Cantor Fitzgerald e SoftBank, traz uma nova dinâmica ao mercado corporativo cripto. Essa concorrência pode elevar o nível de sofisticação e agressividade entre empresas que disputam posição como maiores detentoras de Bitcoin do mundo, algo que, indiretamente, contribui para a escassez da oferta do ativo e sua valorização potencial.
O mercado, por sua vez, observa atentamente a movimentação dessas corporações, enquanto investidores avaliam os impactos macroeconômicos e o papel que o Bitcoin pode desempenhar como hedge contra crises financeiras, inflação e desvalorização monetária.
