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Taxa no Pix é autorizada pelo Banco Central para este grupo; veja se você faz parte

O Banco Central autoriza a cobrança de tarifas no Pix em algumas situações específicas. Saiba quais são elas!

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Imagem mostra uma pessoa segurando um smartphone enquanto escaneia um QR Code para fazer um pagamento com pix

No início de 2023, o Banco Central aprovou algumas mudanças nas regras do Pix, como alterações no limite de transferência e no horário noturno. Entretanto, muitos usuários ficaram com dúvidas a respeito da taxação desse tipo de transação. 

O Pix é um sistema de pagamento que tem como característica a gratuidade para pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEI) e empresários individuais (EI). No caso das pessoas jurídicas, o Banco Central permite que os bancos cobrem taxas das empresas. 

Entretanto, de acordo com a resolução que estabeleceu esse modelo de pagamento, a gratuidade na tarifa tem algumas exceções. Ou seja, caso seja configurada uma situação de compra, o banco poderá cobrar taxas das pessoas físicas, MEIs e EIs. 

Quando podem ser cobradas taxas no Pix?

Assim, para comprovar a situação de compra, é necessário que quem está recebendo o Pix cumpra uma ou mais dessas quatro exigências:

  • Receber mais de 30 Pix no período de um mês;
  • Receber transferências feitas através de QR Code dinâmico;
  • Receber transferências de pessoas jurídicas pagas com QR Code;
  • Receber dinheiro em uma conta exclusiva para uso comercial. 

Se pessoas físicas, MEIs e EIs se enquadrarem em alguma dessas situações, o banco pode entender que está se estabelecendo uma relação comercial, portanto, pode cobrar taxas referentes às transações feitas com o Pix.

Além disso, a resolução BCB n° 19 de 1/10/2020 determina que a gratuidade desse método de pagamento não serve para operações feitas através de canais de atendimento pessoal ou através do telefone. Em ambos os casos a taxação pode ser feita.

Valor das taxas

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A resolução do Banco Central não determina um valor específico para a taxa do Pix, portanto, cada instituição financeira tem autoridade para estabelecer suas próprias tarifas. Porém, os bancos são obrigados a informar o valor cobrado antes das transações. 

Ou seja, antes de concluir a transferência, o cliente deve receber um alerta informando sobre a cobrança e o valor das taxas. Além disso, os valores precisam constar nos comprovantes e no extrato da conta.

Imagem: Reprodução / Freepik

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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