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Copom mantém taxa Selic a 2%, mesmo com aumento da inflação

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O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central manteve, por unanimidade, a taxa Selic em 2% ao ano. Assim, mesmo com a alta de preços nos últimos meses, o BC confirmou o valor da taxa. Dessa forma, os juros continuam no menor patamar desde o início da série histórica, em 1996. Essa foi a última reunião neste ano e a terceira seguida sem mudanças na Selic.

A manutenção dos juros em níveis tão baixos deve-se à preocupação com a pandemia em nível local e global, e já era esperada pelos analistas.

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Copom mantém taxa Selic a 2%

Em nota, o Banco Central disse que a pandemia no mundo preocupa, mas há notícias promissoras sobre a vacina contra a covid-19. Dessa forma, a expectativa é que a economia volte ao normal no médio prazo. No entanto, o BC sabe que a inflação hoje está alta, mas diz que isso deve ser apenas “temporário”.

As últimas leituras foram acima do esperado e, em dezembro, apesar do arrefecimento previsto para os preços dos alimentos, a inflação ainda deve se mostrar elevada. Mesmo com a pressão inflacionária mais forte no curto prazo, o Comitê mantém o diagnóstico de que os choques atuais são temporários. Mas segue monitorando sua evolução com atenção, em particular as medidas de inflação subjacente”, explica nota do Copom.

Inflação e os juros

Por fim, é importante falar sobre os juros. Assim, quando a inflação está alta, o Banco Central sobe as taxas para reduzir o consumo e forçar os preços a cair. Já quando está baixa, o BC derruba os juros para estimular o consumo. Em 2020, a meta era manter a inflação em 4%, mas há uma tolerância de 1,5 ponto para cima e para baixo, ou seja: pode variar entre 2,5% e 5,5%. No ano passado, fechou em 4,31%, dentro da meta do governo para 2019.

Em novembro deste ano, o último índice divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 0,89%, o maior para o mês em cinco anos. Além disso, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado em 2020 é de 3,13%; o dos últimos 12 meses, de 4,31%, acima do centro da meta.

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Imagem: Andrey_Popov / Shutterstock.com

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