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Conheça as taxas e impostos que podem afetar os ganhos de seus investimentos

Veja cobranças como Imposto de Renda, IOF e taxa de corretagem.

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Na hora de fazer qualquer tipo de investimento, é preciso prestar atenção nas taxas e nos impostos pagos, pois eles podem acabar afetando seus ganhos. Por exemplo, você sabe o que é taxa de corretagem? E como acontece o pagamento da taxa de performance? E como se faz para calcular o Imposto de Renda em cima de seus rendimentos? Para saber mais sobre tudo isso, tiramos as dúvidas sobre essas taxas e impostos no artigo a seguir. Confira!

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Conheça as taxas que podem afetar os ganhos de seus investimentos

Em primeiro lugar, falaremos da taxa de custódia. Em resumo, este é um valor cobrado pelas instituições financeiras, como os bancos e as corretoras, para que determinada aplicação seja realizada. Assim, ela é calculada sobre o valor total investido, e pode ser aplicada de forma mensal ou anual. Entre os investimentos que possuem essa taxa, estão Tesouro Direto, fundos imobiliários e mercado de ações.

Outra taxa bem conhecida é a chamada taxa de administração. Trata-se de um valor cobrado dos cotistas pelos fundos de investimento. Com isso, usa-se o dinheiro para remunerar os gestores que fazem a tarefa de escolher as melhores opções para aplicar seu dinheiro. Em geral, cobra-se essa taxa de fundos de ações ou do mercado imobiliário.

Quanto à taxa de corretagem, a instituição aplica na hora de realizar a compra ou venda de uma ação na Bolsa de Valores. Os valores variam de acordo com a instituição, e muitas corretoras hoje oferecem a corretagem zero como forma de atrair clientes. Portanto, fique atento a isso!

Ademais, tem-se a taxa de performance, que avalia o resultado que os gestores conseguem ao investir o dinheiro dos clientes. No Brasil, esse custo fica em torno de 20% sobre todo o ganho que ultrapassar o Ibovespa. Já a taxa de carregamento cobra-se quando o investidor realiza movimentações financeiras na previdência privada.

Como funciona o Imposto de Renda e o IOF?

Por fim, além de todas essas taxas, também temos o IOF e o Imposto de Renda. O primeiro é o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cobrado sobre qualquer operação financeira, seja crédito, empréstimo, câmbio ou seguro. Nos investimentos, essa taxa passa por investimentos de renda fixa, como CDBs, títulos do Tesouro Direto e fundos DI. Vale dizer que a cobrança é regressiva e pode chegar a zero para aplicações com prazo superior a 30 dias.

Já em relação ao Imposto de Renda, este é cobrado conforme o tipo e o prazo de aplicação. Em operações de renda fixa, por exemplo, como Tesouro Direto, CDBs e fundos multimercado, o IR é cobrado de forma regressiva (quanto mais tempo investido, menos imposto paga). Confira a tabela:

  • Aplicações de até seis meses: 22,5% de IR;
  • De seis meses e um dia a um ano: 20%;
  • De um ano e um dia a dois anos: 17,5%;
  • Acima de dois anos: 15%.

Lembrando que, em alguns tipos de investimentos, não se cobra Imposto de Renda. Entre eles, poupança, LCIs e LCAs.

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Imagem: Freedomz / Shutterstock.com

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